“A EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS NO CIBERESPAÇO” É OBJECTO DE ESTUDO – LANÇAMENTO NO CENTRO DE ESTUDOS JUDICIÁRIOS, DIA 30 às 18,30 por Clara Castilho

O livro escrito por Manuel Aires Magriço, Magistrado do Ministério Público, vem a conhecimento público, em papel, numa edição da Alêtheia Editores, depois de ter sido um e-book.

Será apresentado, dia 30, no Centro de Estudos Judiciários por Luis Larc her, contando com a presença de Dulce Rocha, Procuradora da República e Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança.

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O Ciberespaço é encarado por muitos como território sem lei, onde as crianças e os adolescentes correm perigo, em particular quanto a abusos de natureza sexual. Na busca de soluções, partindo de casos de investigação relacionados com a temática, Manuel Aires Magriço, Magistrado do Ministério Público com larga experiência na matéria, dá-nos a conhecer o ambiente, o modo de pensar dos criminosos, o modo de investigar os crimes e recolher provas, alertando os pais, educadores e o público em geral para os perigos existentes para as crianças no mundo em rede.«Se até há bem pouco tempo os abusadores precisavam se deslocar para se manterem em contacto com crianças e adolescentes, hoje, alguns minutos de navegação pelo ciberespaço oferecem informações, dados e fotos que permitem ao pedófilo escolher exactamente o perfil da sua vítima. As informações fornecidas pelos usuários indicam os momentos de maior vulnerabilidade, facilitando a escolha da vítima e da ocasião em que se fará o contacto.»Manuel Aires Magriço, in “A Exploração Sexual de Crianças no Ciberespaço”.

O estudo que ora se publica corresponde, com alterações de pormenor, à dissertação de mestrado em «Competitive Intelligence», apresentada na Academia Militar, em Setembro de 2012, apreciada em provas públicas no mês de Janeiro de 2013. Na busca de soluções, partindo de casos de investigação relacionados com a temática, o autor elucida-nos sobre o ambiente, o modo de pensar dos criminosos, o modo de investigar os crimes e recolher provas, com vista à submissão sustentada a julgamento dos que se dedicam a tais práticas, aos mesmo tempo que alerta os pais, educadores e o público em geral para os perigos existentes para as crianças, no mundo em rede.

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