NESTE DIA – 19 de MAIO de 2020 – HÁ 125 MORREU EM COMBATE JOSÉ MARTÍ – HÁ 130 ANOS NASCEU HO CHI MINH – por EDGAR JORGE KOLLING

 

Selecção de Camilo Joseph

 

(1853 – 1895)

 

(1890 – 1969)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Companheiras e companheiros,

Hoje, 19 de maio de 2020, completam-se:

– 125 anos da caída em combate de José Martí, ocorrida em 1895. Poeta, escritor e revolucionário cubano; internacionalista, abraçou a América Latina como sua Pátria grande e denunciou as entranhas do imperialismo norte americano. 

– 130 anos do nascimento de Ho Chi Minh, ocorrido em 1890. Líder, estrategista e revolucionário vietnamita que participou ativamente junto com o povo na luta heroica que derrotou os invasores norte americanos.

Em suma, os dois povos: cubanos e vietnamitas derrotaram os Estados Unidos no século XX. Uma grande obra coletiva, que merece ser reverenciada por todos os lutadores e por todas as lutadoras do mundo.

Lembremos sempre de seus exemplos, dedicação à causa do povo, espírito de sacrifício, determinação de lutar toda a vida. Martí, por exemplo, viveu mais da metade de sua vida preso, deportado, exilado ou na clandestinidade; Ho Chi Minh esteve em outros países conhecendo a realidade, e lutou à frente de seu povo contra os Yankee’s até o fim de sua vida, em 1969. 

Que o legado desses lutadores sirvam de inspiração para enfrentarmos as adversidades de nosso tempo histórico e mantermos firmes a resistência ativa e o olhar no horizonte.

Segue em anexo:

José Martí

– Obras completas – Tomo I – escritos de 1862 a 1874 

– Pensamentos

– Carta a esposa e filhos

– Martí internacionalista

Ho Chi Minh

Pensamentos

Para conhecer mais sobre Ho Chi Minh e a Revolução socialista do povo vietnamita, sugiro : Vietnã, a guerrilha vista por dentro (Expressão Popular).

Vários desses textos já são de conhecimento de muitos de vocês. Mas uma das belezas do nosso Movimento é a capacidade de incorporar sempre novas pessoas, envolver as novas gerações como protagonistas de nossa organização, o que exige enraizar esses novos lutadores e lutadoras na grande memória de luta dos povos.

Viva José Martí!

Viva Ho Chi Minh!

abraços,

Edgar

 

Nota – Agradecemos aqui a enorme disponibilidade do Edgar Jorge Kolling e do Camilo Joseph. 
Como não temos possibilidade de reproduzir aqui o Tomo I das Obras Completas de Martí, procuraremos reencaminhá-lo para no-lo solicitar expressamente.
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Pensamentos de José Martí

  1. Há pessoas que vivem contentes, ainda que vivam sem brio.  Há outros que padecem como em agonia quando vêem que há pessoas que vivem sem brio. No mundo é preciso ter certa quantidade de brio, como é preciso ter certa quantidade de luz. Quando há muitos seres humanos sem brio, há sempre outros que têm em si o brio de muitos homens. Estes são os que se rebelam com força terrível contra os que roubam a liberdade dos povos, o que é o mesmo que lhes roubar o brio. Nestes homens vão milhares de outros homens, vai um povo inteiro, vai a dignidade humana.

  2. Somente a opressão pode temer o pleno exercício da liberdade.

  3. Quando alguém sabe para que serve tudo o que dá na terra, e sabe o que os seres humanos já fizeram neste mundo, sente o desejo de fazer ainda mais do que já foi feito. Isto é a vida. Porque as pessoas que estão com os braços cruzados, sem pensar e sem trabalhar, vivendo do que outros trabalham, estas pessoas comem e bebem como as demais, mas na verdade elas não estão vivas.

  4. Qualquer pessoa é criminosa quando promove uma guerra evitável e também o é, quando não promove uma guerra inevitável.

  5. Posto que a viver vem o homem, a educação há de prepará-lo para viver. Na escola se deve aprender o manejo das forças com que na vida se há de lutar. Escola não se deveria dizer, mas sim oficina. E a caneta se deveria manejar nas escolas pela tarde, porém de manhã, a enxada.

  6. Toda pessoa tem o dever de cultivar sua inteligência, por respeito a si próprio e ao mundo.

  7. Que cada um aprenda a fazer algo de que necessitem os demais.

  8. A educação não é nada mais do que isso: a habilitação das pessoas para que obtenham com honradez os meios de vida indispensáveis no tempo em que existem, sem rebaixar por isso as aspirações mais delicadas, superiores e espirituais, que são a melhor parte do ser humano.

  9. Quem queira povo, deve habituar a todos os homens e as mulheres a criar.

  10. A pobreza passa, a desonra não.

  11. Para as crianças trabalhamos, porque são elas as que sabem querer, porque as crianças são a esperança do mundo. E queremos que nos queiram, e nos vejam como coisa de seu coração.

  12. Para as crianças não se deve dizer mais do que a verdade. E ninguém deve dizer-lhes o que não tenha certeza de que é como está dizendo, porque as crianças vivem acreditando no que lhe disse o livro ou professor, e trabalham e pensam como se isso fosse verdade. Se lhe dizem mentiras, sua vida se fará de modo equivocado. E não podem ser felizes se não sabem como as coisas são de verdade. Nem podem voltar a ser crianças para começar a aprender tudo de novo.

  13. E pensamos que não há melhor sistema de educação do que aquele que prepara a criança a aprender por si mesma.

  14. O educador é letra viva.

  15. A educação é como uma árvore. Semeia-se uma semente que se abre em muitos ramos.

  16. Sabias? É mais feliz o povo que melhor tem educado aos seus filhos.

  17. A natureza inteira treme diante da consciência de uma criança.

  18. A liberdade custa caro e é necessária. Ou nos resignamos a viver sem ela, ou nos decidimos a pagar seu preço.

  19. Fazer é a melhor maneira de dizer.

  20. As coisas boas devem ser feitas sem chamar todo mundo pra ver. É bom porque é. E porque lá dentro de nós se sente um gosto quando se faz um bem, ou quando se diz algo útil para os demais. Isso é melhor que ser príncipe: ser útil.

  21. As crianças deveriam lançar-se no choro quando passem um dia sem que aprendam algo novo ou sem que prestem algum serviço a alguém.

  22. Assim é a vida: não cabe nela todo bem que podemos fazer. As crianças deveriam juntar-se pelo menos uma vez por semana, para ver a quem poderiam fazer algum bem, todos juntos.

  23. Antes tudo se fazia com os punhos. Agora, a força está no saber, mais do que nos socos. Mas é bom aprender a defender-se, porque sempre há gente besta no mundo; porque a força dá saúde. E porque é preciso estar pronto para pelear quando um povo ladrão queira vir roubar nosso povo. Para isso é bom ser forte de corpo. Porém para o demais da vida, a força está em saber muito.

  24. Assim queremos que as crianças da América sejam: pessoas que digam o que pensam e o digam bem: pessoas eloqüentes e sinceras.

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Martí internacionalista

Publicado: 2013.01.08 – 16:53:55   /  web@renciclopedia.icrt.cu  /  Teresa González Reina

“Somos hombres, además de cubanos, y peleamos por el decoro y la felicidad de todos los hombres”. Estas palabras pronunciadas por José Martí en 1889, durante un acto efectuado en el Hardman Hall, de Nueva York, en ocasión de la efeméride del 10 de octubre, evidencia el pensamiento internacionalista de nuestro Héroe Nacional.

José Martí dejó a la Humanidad un extraordinario legado social y revolucionario prolongado en su creación artística.  El verso y la prosa tuvieron en su palabra intensa y útil un sitio donde la dignidad y el ejemplo, y su inagotable amor, se entregaron siempre con su desgarradora y tenaz confianza en el mejoramiento humano.

Cantó a la naturaleza, al paisaje, a la mujer, a la patria, a la amistad, a los más caros ideales antiimperialistas, antirracistas, latinoamericanistas, internacionalistas. Y fustigó la injusticia, y dio su vida por un mundo mejor, ese que él reclamaba con todos y para el bien de todos.

De Martí aprendemos siempre. Y a su obra debemos acercarnos con la avidez y el amor que él merece y nos inspira. Y entre sus múltiples facetas, se destaca su internacionalismo, asumido con sabiduría.

De él podemos decir que, sin ser comunista por afiliación, tuvo una actitud comunista ante la vida, lo que se demuestra en todas sus acciones, en su obra, en su proyección.

Su recio espíritu, su notable sentimiento, su pensamiento amplio y humanista, demuestran su estirpe cosmopolita, de hombre entero, cuya patria no se limita a la tierra donde vio la luz del sol que tanto amara, sino que se prolonga a toda la humanidad, a todo rincón donde hubiera una rosa o un niño, un ser humillado, una obra que hacer.

Paradigma de internacionalismo, en el espíritu y en la acción, Martí se define desde sus primeros años y en el semanario Patria Libre, publica el 23 de Enero de 1869, poco antes de cumplir los 16 años, el drama en versos “Abdala”, donde expresa:

“El amor, madre, a la patria
no es el amor ridículo a la tierra
ni a la hierba que pisan nuestras plantas
Es el odio invencible a quien la oprime,
es el rencor eterno a quien la ataca”

Martí conoció la lucha por la independencia de Cuba y se comprometió con ella desde que tuvo conciencia de esa causa justa y necesaria. Era apenas un adolescente cuando fue condenado a trabajos forzados en las canteras de San Lázaro. Desde allí, en el reverso de una fotografía, escribe a Doña Leonor:

”Mírame madre, y por tu amor no llores.
Si esclavo de mi edad y mis doctrinas
tu mártir corazón llené de espinas
piensa que nacen entre espinas, flores.”

Deportado a España, concibe allí “El presidio político en cuba”, texto donde denunció los atropellos que sufrían los ancianos y los niños, los negros, y los esclavos, cruelmente sentenciados a una vida mísera sin horizontes ni esperanzas, víctimas de crueles enfermedades y del más vil latrocinio, que él mismo padeció.

Viaja por América, conmocionada aún por la guerra emancipadora de Sucre, Bolívar, San Martín e Hidalgo, y a su paso deja estelas de su descollante personalidad, su idiosincrasia maravillosa nutre el espíritu de los latinoamericanos, que aprecian en él, al guía y dirigente de la nueva redención.

La palabra orientadora, vibrante, precisa, de José Martí se esparce por el ámbito internacional como un alerta para señalar el verdadero camino a seguir por la naciente generación en aras de una completa liberación, y señala, por ejemplo:  “La tierra entera debía convertirse en un abrazo.”

Para Martí, toda la humanidad debía ser una sola, en ideales y en hechos, y que estos debían basarse en la solidaridad, el amor, la comprensión y el respeto entre todos los pueblos. En sus múltiples viajes Martí dejó esclarecido: “De América soy hijo y a ella me debo”

Podemos destacar, por lo tanto, que él fue en su tiempo, lo que son hoy Che y Fidel, quienes representan para los pueblos del mundo: un paradigma, una ideología pura y altruista, intransigente con el enemigo pero fraternal y sincera con el hermano, dignos y heroicos.

Como  lo son también Gerardo, Ramón, René, Antonio y Fernando, los cinco héroes prisioneros del imperio y decía Martí: “Esos son héroes: los que pelean para hacer a los pueblos libres, o los que padecen en pobreza y desgracia por defender una gran verdad”.

En los distintos momentos del quehacer martiano, en los diversos campos en que se desarrolló, como la oratoria, las letras, la lucha, que dejó definido su internacionalismo: “En la mejilla ha de sentir todo hombre verdadero el golpe que recibe cualquier mejilla de hombre”.

En Guatemala, México, Estados Unidos, España, Santo Domingo doquiera que estuvo Martí, escribió artículos en periódicos, gacetas, y revistas, como en el diario venezolano “La Opinión Nacional”, “La Revista Universal”, de México, y “Patria”, de New York, fundado por él el 14 de Marzo de 1892.

En ellos recaba la necesidad de una unión sin máculas ni prejuicios raciales, sociales o intelectuales, la urgencia de que todas las naciones latinoamericanas se unieran de manera limpia y fuerte para enfrentar al imperialismo que como dijera en su ensayo “Nuestra América”:

“Sobre algunas naciones está durmiendo el pulpo”, ese monstruo que Martí conoció cabalmente porque vivió en él y le conoció las entrañas. “Ni uniones de América contra Europa, ni con Europa ni contra un pueblo de América. La unión con el mundo, y no con una parte de él, ni con una parte de él contra otra”

En los “Versos Sencillos” como en toda su obra, José Martí proclama su internacionalismo.

“Con los pobres de la tierra, quiero yo mi suerte echar”; “Yo vengo de todas partes y hacia todas partes voy”; “Estimo a quien de un revés echa por tierra a un tirano, lo estimo si es cubano, lo estimo, si aragonés”.

De Martí heredamos el ejemplo, su amor y consagración a la humanidad. De él aprendimos que : “El deber de un hombre está allí donde es mas útil”  y  que “Patria es Humanidad”

Por todo esto, José Martí, internacionalista, autor intelectual del Moncada, nuestro Héroe Nacional vive en cada hombre o mujer que de forma altruista marcha a otras tierras del mundo, como aquellos que junto al Che lo hicieron por la independencia latinoamericana o por el sufrido continente africano, en cada camarada que ofrece su sangre a otros hermanos, en cada trabajador de la salud, de la educación, de la cultura, de la ciencias o el deporte, en un gesto solidario, rubrican con su sabiduría y experiencia el ideal martiano tan puro y vigente en nuestro pueblo, esos que confirman que: “Día a día se hace la historia”, y como se afirma un pueblo que honra a sus héroes, José Martí es un hombre vestido en todo un pueblo, útil, compañero, internacionalista. Y es esa dignidad de estrella con que asumimos la obra revolucionaria.

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Ho Chi Minh (19/05/1890-02/09/1969)

Revolucionário e dirigente do Vietnã

 

 

É preciso elevar o nível teórico dos quadros antigos e exercitar os quadros intelectuais no trabalho de massas.

As massas só dão afeto àqueles que são dignos deste por sua conduta e por suas virtudes. É preciso que nós mesmos demos o exemplo, se queremos conduzir o povo.

Os camaradas devem adquirir as quatro virtudes revolucionárias: trabalho, economia, integridade, retidão.

Para fazer a revolução, é necessário, antes de tudo, que cada pessoa corrija seu próprio caráter.

Não fazer:

– Jamais faltar à nossa palavra.

– Jamais atentar contra as crenças ou costumes populares.

– Não fazer nem dizer nada que possa fazer crer aos habitantes que os desprezamos.

A emulação patriótica tem um tríplice objetivo:

– Vencer a fome.

– Vencer a ignorância.

– Vencer o invasor.

Eis o meio: apoiar-se nas forças do povo, no moral do povo.

Para criar: a felicidade do povo.

Seis pontos do que fazer:

  • Ajudar efetivamente a população em seus trabalhos quotidianos (colheitas, coleta de lenha para aquecimento, transporte de água, consertos,…).

  • De acordo com as possibilidades, fazer compras para as pessoas que moram longe do mercado (facas, sal, fios, agulhas,…).

  • Nas horas de lazer, contar anedotas alegres, simples e úteis para a resistência, sem, no entanto, trair os segredos da defesa nacional.

  • Ensinar o alfabeto e as noções de higiene habituais.

  • Estudar os costumes regionais a fim de compreendê-los bem. Primeiro para ganhar a simpatia dos habitantes, depois para explicar-lhes, aos poucos, porque convém ser menos supersticioso.

  • Fazer sentir à população que somos sérios, trabalhadores, disciplinados.

O partido é como um dínamo, e as tarefas acima são comparáveis a lâmpadas. Se o dínamo é suficientemente possante, as lâmpadas se acendem!

***

Carta de JOSÉ MARTÍ  a sua esposa Carmen de Mantilla e a seus filhos

 

Baracoa, Cuba, 16 de abril de 1895.

Carmita querida e meus filhos:

Escrevo-lhes após ter chegado a uma praia de pedras e de espinhos. Éramos seis e estamos a salvo neste acampamento feito entre palmeiras e plátanos. No caminho recolhi para ti, Carmita, a primeira flor, e para Maria e Ernesto, pedras coloridas; as recolhi como se fosse vê-los logo, como se não me esperasse esta lona mas sim a casa, aconchegante e generosa, que sempre tenho diante de meus olhos.

É muito grande, Carmita, minha felicidade. Sem ilusões nem alegria egoísta, posso dizer-te que cheguei à minha natureza mais plena, e que a dignidade que vejo em meus companheiros e a honra de estarmos lutando pelos nossos direitos, me envolve como uma doce embriaguez. Somente a luz é comparável a minha felicidade. Porém a todo instante estou vendo teu rosto, piedoso e sereno, e aproximo meus lábios da face das crianças, quando amanhece, quando anoitece, quando me aparece no caminho uma flor, quando vejo a formosura destes rios e montes, quando bebo, fincado na terra, a água clara do arroio, quando fecho os olhos, contente de mais um dia em liberdade. Vocês me acompanham e me rodeiam; os sinto, calados e vigilantes, ao meu redor. A mim só vocês me faltam mas a vocês, o que faltará? De cada angustia, de cada ansiedade, de cada medo, como estão se salvando? Como repor a ajuda que não estou podendo lhes dar? Cuba já tem escrito seus nomes com meus olhos em muitas nuvens do céu e em muitas folhas de árvores.

Meu sentido de homem útil faz ainda maior o pesar de não estar com você Carmita, com vocês meus filhos. Recordarão vocês de mim com a mesma veemência e lealdade com que eu os recordo?

Ah, Carmita, se me visses por estes caminhos, contente e pensando em ti, com um carinho mais suave e forte do que nunca, querendo colher para ti, sem correio que possa mandá-las, estas flores de estrelas, molhadas e brancas, que crescem aqui nestes montes…

Vou bem carregado, minha querida, com meu rifle ao ombro, meu facão na cintura, um grande tubo com os mapas de Cuba, nas costas minha mochila, com remédios, roupa, uma rede, livros, e no peito, o teu retrato.

O papel está acabando e o correio não pode ir muito pesado. Escrevo com todo o sol sobre o papel. Vejam-me vivo e forte, e amando mais do que nunca aos companheiros de minha solidão e medicina de minhas amarguras. Daqui não temam. As dificuldades são grandes mas os que hão de vencê-las, também. Manoel, trabalha. Carmita, escreva para mamãe. Carmita e Maria, minhas filhas, se eduquem para a escola. Uma palmeira e uma estrela vi lá no alto, sobre o monte, ao chegar ontem aqui. Como não haveria de pensar em vocês meus filhos, e em você, querida, ao ver o límpido céu da noite cubana? Queiram bem ao seu

                                                                                                       Martí.

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Nome completo: João Manuel Pacheco Machado

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