Author Archives: augusta clara

Saine daie – Adão Cruz

(Calinadas ouvidas e lidas na Comunicação Social – TV, Rádio, Jornais e não só…) (Pormenor de quadro de Adão Cruz) A fim de nos levar a parar um pouco para pensar e a reflectir sobre esta moléstia crónica que tanto

Saine daie – Adão Cruz

(Calinadas ouvidas e lidas na Comunicação Social – TV, Rádio, Jornais e não só…) (Pormenor de quadro de Adão Cruz) A fim de nos levar a parar um pouco para pensar e a reflectir sobre esta moléstia crónica que tanto

Mata-moscas (Amanita muscaria) – por Andreia Dias

Atrevo-me a dizer que este será o cogumelo mais famoso, por fazer parte das histórias do nosso imaginário infantil… recordo o ciúme que senti quando o meu irmão juntou as mesadas das avós e adquiriu a casa dos “Estrunfes”, agora mais

Mata-moscas (Amanita muscaria) – por Andreia Dias

Atrevo-me a dizer que este será o cogumelo mais famoso, por fazer parte das histórias do nosso imaginário infantil… recordo o ciúme que senti quando o meu irmão juntou as mesadas das avós e adquiriu a casa dos “Estrunfes”, agora mais

O Pai – Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta, Maria Velho da Costa

(Adão Cruz) Era perversa: dormia toda nua, os peitos soltos e   brandos muito brancos e expostos tal como os seus mamilos   largos, róseos, distendidos. Durante o dia andava em casa com as   blusas desabotoadas e sentava-se de

O Pai – Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta, Maria Velho da Costa

(Adão Cruz) Era perversa: dormia toda nua, os peitos soltos e   brandos muito brancos e expostos tal como os seus mamilos   largos, róseos, distendidos. Durante o dia andava em casa com as   blusas desabotoadas e sentava-se de

A “recherche” do darwinismo social – Augusta Clara

Cá volto eu à mesma tónica: o darwinismo social. E, se volto, é porque  um tema, até agora, praticamente só abordado nos tratados e em outras obras da área da sociologia, passou a andar na boca de comentaristas da rádio,

A “recherche” do darwinismo social – Augusta Clara

Cá volto eu à mesma tónica: o darwinismo social. E, se volto, é porque  um tema, até agora, praticamente só abordado nos tratados e em outras obras da área da sociologia, passou a andar na boca de comentaristas da rádio,

Belgais – Ethel Feldman

As árvores vencem os telhados da cidade  Quem nasce, já morreu – voltou a nascer Natureza que nos acolhe num abraço Viro a cabeça e o céu está laranja olho os pés e a terra é castanha Olho sem cansar

Belgais – Ethel Feldman

As árvores vencem os telhados da cidade  Quem nasce, já morreu – voltou a nascer Natureza que nos acolhe num abraço Viro a cabeça e o céu está laranja olho os pés e a terra é castanha Olho sem cansar

Da Serra desce o negrume – Eva Cruz

(Manel Cruz) Da Serra desce o negrume a afundar o Vale cai sobre a terra aguaceiro atrás de aguaceiro o rio cresce e sai das bordas a cheia engorda os olhos dos meninos redondos de tanta água chega ao paredão

Da Serra desce o negrume – Eva Cruz

(Manel Cruz) Da Serra desce o negrume a afundar o Vale cai sobre a terra aguaceiro atrás de aguaceiro o rio cresce e sai das bordas a cheia engorda os olhos dos meninos redondos de tanta água chega ao paredão

Sonho de Achille-Claude Debussy, músico e esteta – Antonio Tabucchi

(Adão Cruz) Na noite de vinte e nove de Junho de 1893, uma límpida noite de Verão, Achille-Claude Debussy, músico e esteta, teve um sonho. Sonhou que estava numa praia. Era uma praia da maremma toscana, orlada de mato rasteiro

Sonho de Achille-Claude Debussy, músico e esteta – Antonio Tabucchi

(Adão Cruz) Na noite de vinte e nove de Junho de 1893, uma límpida noite de Verão, Achille-Claude Debussy, músico e esteta, teve um sonho. Sonhou que estava numa praia. Era uma praia da maremma toscana, orlada de mato rasteiro

Ornatos Violeta despedem-se dez anos depois de terem acabado

Gravado no Coliseu dos Recreios de Lisboa a 27 de Outubro de 2012 Realização: Tiago Pereira com Mariana Rodrigues e Rita Neves Som: Mariana Pinheiro Rodrigues Uma produção Tiago Cação para a MPAGDP Por insistência dos seus admiradores, comportando agora

Ornatos Violeta despedem-se dez anos depois de terem acabado

Gravado no Coliseu dos Recreios de Lisboa a 27 de Outubro de 2012 Realização: Tiago Pereira com Mariana Rodrigues e Rita Neves Som: Mariana Pinheiro Rodrigues Uma produção Tiago Cação para a MPAGDP Por insistência dos seus admiradores, comportando agora

Nascer para a vida – Adão Cruz

A ordem ética inicia-se no núcleo familiar. Na educação familiar nasce o primeiro alento e reside o primeiro impulso ético para a conquista da vida. O juízo ético, baseado em emoções, sentimentos e raciocínios produzidos pelo cérebro, não pode ser

Nascer para a vida – Adão Cruz

A ordem ética inicia-se no núcleo familiar. Na educação familiar nasce o primeiro alento e reside o primeiro impulso ético para a conquista da vida. O juízo ético, baseado em emoções, sentimentos e raciocínios produzidos pelo cérebro, não pode ser

“O mundo é de quem não sente” (Livro do Desassossego) – Bernardo Soares

303. O mundo é de quem não sente. A condição essencial para se ser um homem prático é a ausência de sensibilidade. A qualidade principal na prática da vida é aquela qualidade que conduz à acção, isto é, a vontade.

“O mundo é de quem não sente” (Livro do Desassossego) – Bernardo Soares

303. O mundo é de quem não sente. A condição essencial para se ser um homem prático é a ausência de sensibilidade. A qualidade principal na prática da vida é aquela qualidade que conduz à acção, isto é, a vontade.

Minha cara não é feia – Ethel Feldman

(Adão Cruz) Minha cara não é feia Minha mão não tem peçonha Se eu não me casar Não é uma pouca vergonha? Sempre achei que esta era a estrofe seguinte ao poema da batatinha. Depois do jantar, meus pais sentavam-se

Minha cara não é feia – Ethel Feldman

(Adão Cruz) Minha cara não é feia Minha mão não tem peçonha Se eu não me casar Não é uma pouca vergonha? Sempre achei que esta era a estrofe seguinte ao poema da batatinha. Depois do jantar, meus pais sentavam-se

“Manuel Cruz relembra-nos, agora e sempre, que tudo é político” – Carlos Garcia

Com o nosso agradecimento a Carlos Garcia e a arteSONORA O mundo ocidental perfilha o tempo de forma linear: isto dá lugar àquilo que sucede a aqueloutro. Noutras paragens, o tempo é sentido de forma circular, um eterno retorno de

“Manuel Cruz relembra-nos, agora e sempre, que tudo é político” – Carlos Garcia

Com o nosso agradecimento a Carlos Garcia e a arteSONORA O mundo ocidental perfilha o tempo de forma linear: isto dá lugar àquilo que sucede a aqueloutro. Noutras paragens, o tempo é sentido de forma circular, um eterno retorno de

Os Monstros – Ana Teresa Pereira

Como já aqui foi referido, Ana Teresa Pereira ganhou o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores (APE) com o romance O Lago Sónia caminhava rapidamente, apertando contra si a go­la do casaco azul-escuro. Na rua mal iluminada

Os Monstros – Ana Teresa Pereira

Como já aqui foi referido, Ana Teresa Pereira ganhou o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores (APE) com o romance O Lago Sónia caminhava rapidamente, apertando contra si a go­la do casaco azul-escuro. Na rua mal iluminada

A Estrada – Teresa Salgueiro

Do novo álbum a solo de Teresa Salgueiro “Mistério”

A Estrada – Teresa Salgueiro

Do novo álbum a solo de Teresa Salgueiro “Mistério”

Urueña – Adão Cruz

                                                                                                                                      (A caminho de Urueña) Urueña, Villa del Libro. A primeira Villa de Espanha. No centro de Toro que fica a 30 Km a leste de Zamora, vira-se à esquerda em direcção a Medina de Rioseco. Mais ou menos

Urueña – Adão Cruz

                                                                                                                                      (A caminho de Urueña) Urueña, Villa del Libro. A primeira Villa de Espanha. No centro de Toro que fica a 30 Km a leste de Zamora, vira-se à esquerda em direcção a Medina de Rioseco. Mais ou menos