UMA CARTA DO PORTO – POESIA – Por José Fernando Magalhães (534)

  SÃO AGORA NEVOEIRO . São agora nevoeiro As nuvens Faz um pouco de frio E como um rio O … More

UMA CARTA DO PORTO – POESIA – Por José Fernando Magalhães (522)

    COM TERNURA . Com ternura Subo pelo flanco Em direcção ao leito do rio. Recolho o orvalho efémero … More

UMA CARTA DO PORTO – POESIA – Por José Fernando Magalhães (514)

    NO ALTO DESTE MORRO . No alto deste morro Olhando o sol surgir Escuto atentamente o silêncio . … More

UMA CARTA DO PORTO – POESIA – Por José Fernando Magalhães (512)

      A BRISA É LEVE   A brisa é leve Quase imperceptível Assim é meu pensamento De tão … More

UMA CARTA DO PORTO – POESIA – Por José Fernando Magalhães (509)

    O SOL BRILHA NAS ÁGUAS MATINAIS . O sol brilha nas águas matinais À moldura da tua nudez … More

UMA CARTA DO PORTO – POESIA – Por José Fernando Magalhães (506)

    VEM POR AQUI . Vem por aqui Desenhar meus pés E derrubar obstáculos . Vem para aqui Apreciar … More

UMA CARTA DO PORTO – POESIA – Por José Fernando Magalhães (503)

    MESMO A MEU LADO . Mesmo a meu lado Um grito mudo dobra as esquinas E uma doce … More

CARTA DE BARCELONA – Ai de la IA i ai de nosaltres, si badem! – por JOSEP A. VIDAL

  Què se’n farà de la IA (o de la AI, si sou més de la manera anglosaxona) si hi … More