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Trabalhadores da Randstad e da Manpower alocados ao projeto Concentrix alcançam nova vitória!
Menos de um ano após se terem mobilizado por melhores condições laborais e de terem conseguido um aumento de 100€ no salário base e mais 35€ no subsídio de alimentação, estes trabalhadores e trabalhadoras, que têm estado em conversações com as empresas de outsourcing, desde dezembro do ano passado, sem qualquer resultado, convocaram uma greve de uma semana.
Na véspera do início da…
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COMUNICADO;
TRABALHADORES DO PROJECTO CONCENTRIX ALCANÇAM VITÓRIA E CONSEGUEM NOVOS AVANÇOS NAS SUAS CONDIÇÕES DE TRABALHO!
Menos de um ano após a vitória cons…
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Após decisão do tribunal de recurso de Paris, a Deliveroo terá que indemnizar em 30 mil euros um estafeta que trabalhou para esta plataforma em 2015 e 2016. A empresa foi condenada por "trabalho dissimulado", ou seja, por negar o direito ao contrato de trabalho e impor o falso trabalho independente. A Deliveroo foi também condenada a uma coima fiscal de 375 mil euros pelo uso indevido do estatuto do trabalhador independente. É mais uma decisão importante e que cria uma referê…
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O recuo do Governo à luz da Uberfiles
Em Outubro passado, o Governo apresentou a proposta inicial da “Agenda do Trabalho Digno”. Nesta proposta, a par com o Livro Verde sobre Futuro do Trabalho (estudo encomendado pelo próprio Governo) e com a diretiva da Comissão Europeia apresentada em dezembro desse ano, o Governo de Costa propunha criar uma presunção de laboralidade adaptada ao trabalho nas plataformas digitais, que iria determinar a existência de uma relação direta de t…
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A investigação do Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação (com sigla em inglês ICIJ), divulgada este domingo, revela como a Uber recorreu à manipulação e à influência ilegítima junto de decisores políticos. Os documentos mostram o envolvimento de Macron (Ministro da Economia na altura), Joe Biden (então vice-presidente dos EUA) ou Neelie Kroes (que foi vice da Comissão Europeia na presidência de Durão Barroso), numa rede de influência que a Uber montou para garantir a afirmação do seu negócio, quando se confrontava com dúvidas sobre a sua própria legalidade. A empresa usou os conflitos e a violência deliberadamente para influenciar a sua aceitação pública, numa estratégia que o ex-CEO, Travis Kalanick, definia como “a violência garante o sucesso” (a investigação mostra que, em Portugal, o conflito com taxistas em 2015 foi incentivado).
Em Portugal, com a chamada "Lei Uber", foi implementado em 2018 um modelo sem paralelo a nível internacional, prevendo a introdução artificial de um intermediário (operador TVDE), que retira todas as obrigações laborais às gigantes das plataformas. Agora, na chamada Agenda do Trabalho Digno, o Governo recuou na sua proposta e quer generalizar este modelo errado a todo o trabalho em plataformas digitais.
Sob estes avanços e recuos na Agenda do Trabalho Digno, várias questões ficam pendentes de resposta: que pressões terá exercido a Uber sobre o governo português, tendo em conta este modelo absurdo que prevê o intermediário, agora que sabemos que houve “lobbies” secretos em vários países europeus? Como olhar para os recuos na Agenda do Trabalho Digno, agora que se confirma a força dos interesses das plataformas e a capacidade de influenciar as decisões dos Estados?
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A investigação do Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação (com sigla em inglês ICIJ), divulgada este domingo, revela como a Uber recorreu à manipulação e à influência ilegítima junto de decisores políticos. Os documentos mostram o envolvimento de Macron (Ministro da Economia na altura), Joe Biden (então vice-presidente dos EUA) ou Neelie Kroes (que foi vice da Comissão Europeia na presidência de Durão Barroso), numa rede de influência que a Uber montou para garantir a afirmação do seu negócio, quando se confrontava com dúvidas sobre a sua própria legalidade. A empresa usou os conflitos e a violência deliberadamente para influenciar a sua aceitação pública, numa estratégia que o ex-CEO, Travis Kalanick, definia como “a violência garante o sucesso” (a investigação mostra que, em Portugal, o conflito com taxistas em 2015 foi incentivado).
Em Portugal, com a chamada "Lei Uber", foi implementado em 2018 um modelo sem paralelo a nível internacional, prevendo a introdução artificial de um intermediário (operador TVDE), que retira todas as obrigações laborais às gigantes das plataformas. Agora, na chamada Agenda do Trabalho Digno, o Governo recuou na sua proposta e quer generalizar este modelo errado a todo o trabalho em plataformas digitais.
Sob estes avanços e recuos na Agenda do Trabalho Digno, várias questões ficam pendentes de resposta: que pressões terá exercido a Uber sobre o governo português, tendo em conta este modelo absurdo que prevê o intermediário, agora que sabemos que houve “lobbies” secretos em vários países europeus? Como olhar para os recuos na Agenda do Trabalho Digno, agora que se confirma a força dos interesses das plataformas e a capacidade de influenciar as decisões dos Estados?
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Maioria do Governo aprova sozinha Agenda do Trabalho Digno sem conseguir explicar cedências aos patrões
Foi hoje aprovada no Parlamento, apenas com os votos da maioria do Governo, a nova versão da “Agenda do Trabalho Digno”, que revê a legislação laboral e outras matérias conexas. Pouco tempo depois de iniciar o novo mandato, o Governo recuou na proposta que tinha feito há escassos meses atrás, no quadro da sua nova maioria (absoluta) e numa cedência clara aos patrões. A pro…
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Na apreciação da Agenda do Trabalho Digno no parlamento, a Ministra veio para o debate discutir a versão inicial do Governo, numa embaraçosa e incompreensível tentativa de ocultar os recuos brutais do Governo com a sua maioria absoluta e depois de negociar com os patrões. Mais do que tentar compreender o que pode justificar esta fuga sem sentido de Ana Mendes Godinho, este discurso dissociado da realidade mostra a dificuldade do Governo gerir a sua cedência aos patrões e a d…
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A nossa associação faz hoje 10 anos. Mas o caminho dos Precários Inflexíveis começou em 2007, depois da primeira manifestação protagonizada por precárias e precários no 1º de Maio.
Há 10 anos, o governo de maioria Passos-Portas corria desalmadamente para que a precariedade fosse a regra; hoje, o governo de maioria Costa desfila tranquilamente acenando um combate-à-precariedade-à-medida-dos-patrões.
Nesta década, contamos várias conquistas (a Lei de Combate à Precariedade,…
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Os trabalhadores em arquitectura já fundaram a sua Organização, e o SINTARQ está oficialmente constituído!
"No próximo SÁBADO, dia 9 de Julho, no COSMOS CAMPOLIDE (Rua Marquês Fronteira 163) em Lisboa, pelas 15h30, junta-te ao primeiro Plenário organizado pelo SINTARQ."
Muita força e toda a solidariedade!
Junta-te ao primeiro Plenário do SINTARQ e vem com os teus colegas de trabalho. LISBOA, 9 Jul, 15h30. +info em https://sintarq.pt/iniciativas/
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