E-Card Fevereiro 2014
Na quinta, 27, pelas 19h vamos falar de livros: CIDADE PROIBIDA de Eduardo Pitta (entrada livre). E em ensaios, A MODÉSTIA de Rafael Spregelburd que estreia no Teatro da Politécnica a 26 de Março. E O REGRESSO A CASA de Harold Pinter no D.Maria a 3 de Abril. Trabalho, trabalho.
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A MODÉSTIA de Rafael Spregelburd Tradução Alexandra Moreira da Siva e Guillermo Heras com Andreia Bento, António Simão,João Meireles e Sílvia Filipe Audiovisual Eduardo Breda Composição musical Pino Pecorelli Luz Pedro Domingos Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Assistente Joana Barros Encenação Amândio Pinheiro Uma produção Artistas Unidos/Causa No Teatro da Politécnica de 26 de Março a 26 de Abril SÃO XAVIER: O seu marido deu-me a chave. MARIA FERNANDA: A chave? SÃO XAVIER: Sou amigo do seu marido. Rafael Spregelburd, A MODÉSTIA E é a vez do argentino Rafael Spregelburd (actor, dramaturgo, encenador, tradutor). A MODÉSTIA faz parte da Heptalogía de H. Bosch, sete obras inspiradas nos pecados mortais do pintor flamengo. Escritas ao longo de uma década, cada uma é um desafio às regras desta civilização em decomposição e uma tentativa de sabotagem do próprio teatro. Em A MODÉSTIA há poucas certezas. Os actores e eu tratamos os protagonistas desta história com uma piedade inusual. E, apesar disso, embora todos abracem o Bem como fim, não poderia correr-lhes pior. Rafael Spregelburd |
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O REGRESSO A CASA de Harold Pinter Tradução Pedro Marques Com João Perry, Rúben Gomes, Maria João Pinho, Elmano Sancho, João Pedro Mamede e Jorge Silva Melo Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistência Leonor Carpinteiro e Nuno Gonçalo Rodrigues Encenação Jorge Silva Melo Uma Produção Teatro Nacional D. Maria II/Teatro Nacional S. João/Artistas Unidos M16 No Teatro Nacional D. Maria II de 3 a 27 de Abril No Porto, Teatro Nacional S. João, de 12 a 29 de Junho MAX Se calhar não é má ideia ter uma mulher em casa. Se calhar até é uma coisa boa. Quem sabe? Se calhar devíamos ficar com ela. Encanta-me trabalhar o teatro exacto de Harold Pinter, os silêncios, o humor, a crueldade, encanta-me a maneira que tem de fazer falar o mais simples objecto, um copo de água, por exemplo. Encanta-me trabalhar com o João Perry, encantam-me estes actores, exactos. Jorge Silva Melo O Texto está editado no TEATRO I de Harold Pinter (Relógio d’Água). |
