Tese 5. As escalas da história são produto da história da escala dominante, quer se trate da história nacional, regional ou global – por Boaventura de Sousa Santos

Tese 5. As escalas da história são produto da história da escala dominante, quer se trate da história nacional, regional…

Aula do Professor Boaventura de Sousa Santos para o Brasil em 2026-10-21

Aula do Professor Boaventura de Sousa Santos para o Brasil em 2026-10-21 (vídeo)  

Habitação: uma emergência que exige mais do que promessas – por Carlos Pereira Martins

Habitação: uma emergência que exige mais do que promessas por Carlos Pereira Martins   A crise da habitação em Portugal não se resolve com anúncios, nem com medidas avulsas destinadas a produzir efeitos antes das próximas eleições. Exige uma política de Estado, persistente e corajosa, capaz de conciliar o direito à propriedade com o direito de todos a terem um lugar digno onde viver. Porque uma casa não é apenas um bem que se compra ou vende: é o lugar onde a vida acontece. Desde já, é preciso agir em duas frentes: aliviar o sofrimento de quem hoje não consegue pagar uma renda e aumentar, de forma sustentada, a oferta de habitação a preços comportáveis. No imediato, importa mobilizar casas devolutas que possam ser habitadas, simplificar o licenciamento, recuperar edifícios públicos sem utilização e criar incentivos à colocação de habitações no mercado de arrendamento, com contratos estáveis e rendas acessíveis. Para as famílias em maior dificuldade, são necessários apoios temporários, dirigidos a quem deles realmente precisa, e respostas urgentes para os jovens, as famílias de baixos rendimentos e as pessoas em situação de sem-abrigo. Mas não basta acudir ao incêndio: é necessário reconstruir o que deixou de se construir. O Estado e os municípios devem promover habitação pública e cooperativa, recuperar património degradado e disponibilizar terrenos para construção destinada ao arrendamento acessível. Importa também reforçar a capacidade de construção, formar trabalhadores, reduzir a burocracia desnecessária e garantir transportes públicos que permitam viver fora dos centros mais caros sem ficar condenado ao automóvel e a horas perdidas nas deslocações. A fiscalidade deve, por sua vez, premiar quem disponibiliza casas para arrendamento duradouro a preços moderados e penalizar, com critérios justos e eficazes, a manutenção injustificada de imóveis devolutos em zonas de grande carência. Os incentivos à compra, sobretudo quando não são dirigidos a quem realmente necessita, devem ser avaliados com prudência: aumentar o poder de compra sem aumentar a oferta pode apenas alimentar a subida dos preços.  Seja…

Tese 4. Descolonizar a história implica identificar a dominação da história na história da dominação – por Boaventura de Sousa Santos

Tese 4. Descolonizar a história implica identificar a dominação da história na história da dominação por Boaventura de Sousa Santos…

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (771)

    O PORTO, E AQUI À BEIRA, EM IMAGENS (360)   UM POUCO DA MINHA FOZ E DE NEVOGILDE…

Desporto, Cultura, Responsabilidade Social — Texto 1 – ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE O TEOREMA DE RICARDO (excerto) , por Júlio Marques Mota

  Nota de editor Há dias atrás, ao ler um texto do Júlio Mota sobre o caso Ronaldo, lembrei-me que,…

Tese 3. Descolonizar a história é uma intervenção intelectual e política que faz frente aos diferentes modos da dominação moderna e à maneira como moldaram a escrita hegemónica da história moderna – por Boaventura de Sousa Santos

Tese 3. Descolonizar a história é uma intervenção intelectual e política que faz frente aos diferentes modos da dominação moderna…

Desporto, Cultura, Responsabilidade Social — Introdução , por Júlio Marques Mota

Nota prévia Há dias escrevi um texto sobre o caso Ronaldo. O meu editor, Francisco Tavares, ao lê-lo lembrou-me que…