Tese 12. Descolonizar a história implica fazer frente à dominação moderna usando de paciência. Paciência analítica e paciência política – por Boaventura de Sousa Santos

  Tese 12. Descolonizar a história implica fazer frente à dominação moderna usando de paciência. Paciência analítica e paciência política…

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (772)

    O PORTO, E AQUI À BEIRA, EM IMAGENS (361)                  …

Espuma dos dias — Trump ‘faz as pazes’ com Moscovo enquanto a CIA intensifica a guerra. Trump sabe como as coisas funcionam na realidade . Por Alastair Crooke

Seleção e tradução de Francisco Tavares 5 min de leitura Trump ‘faz as pazes’ com Moscovo enquanto a CIA intensifica…

Fogo de arte e ofício – por Marcos Cruz

Fogo de arte e ofício por Marcos Cruz*   Com a mão direita a sentir as folhas das árvores junto…

Tese 11. Descolonizar a história quer dizer deslocar o centro e fazê-lo proliferar – por Boaventura de Sousa Santos

Tese 11. Descolonizar a história quer dizer deslocar o centro e fazê-lo proliferar por Boaventura de Sousa Santos   A…

Espuma dos dias — Comprando a Moscovo desde Washington: a Europa perdeu a guerra da energia . Por Lorenzo Maria Pacini

Seleção e tradução de Francisco Tavares 8 min de leitura Comprando a Moscovo desde Washington: a Europa perdeu a guerra…

O cérebro, as convicções e a liberdade de pensar – por Carlos Pereira Martins

O cérebro, as convicções e a liberdade de pensar por Carlos Pereira Martins   O cérebro humano é, porventura, o órgão mais extraordinário de que temos conhecimento. Mais do que complexo, é um universo de possibilidades, uma estrutura admiravelmente sofisticada, cuja capacidade de aprender, interpretar, sentir, recordar, imaginar e decidir continua a surpreender a própria ciência. Conhecemos já muito do seu funcionamento, mas estamos longe de lhe desvendar todos os segredos. É nele que se cruzam a razão e a emoção, a experiência e a expectativa, a memória e o esquecimento, a consciência e os mecanismos, tantas vezes inconscientes, que influenciam o nosso comportamento. Não nascemos, porém, com uma maneira definitiva de olhar o mundo. Vamos construindo-a ao longo da vida, moldados pela educação, pelo ambiente familiar, pela sociedade em que crescemos, pelas experiências que nos marcam, pelas pessoas que encontramos e também pelas circunstâncias que nos ferem. Os afectos, os medos, as frustrações, os recalcamentos e as ambições participam nessa construção. Tanto podem fazer florescer sentimentos da mais elevada nobreza, como a solidariedade, a generosidade e a fraternidade, como alimentar outros menos dignos, entre os quais a inveja, o ressentimento, o ódio e o desejo de vingança. É assim que, pouco a pouco, podemos construir uma espécie de couraça intelectual e emocional, uma estrutura de convicções que, em determinadas circunstâncias, deixa de nos proteger e começa…