EDITORIAL – PARABÉNS À SELECÇÃO (e ao Carlos Godinho)
carlosloures
Temos dito por diversas vezes que no nosso blogue se pode dizer tudo ou quase tudo, «Quase» porque no nosso conceito de democracia não cabem elogios ao fascismo e à direita em geral – mesmo à travestida de «democrática». Não aceitamos comentários que não sejam redigidos numa linguagem minimamente formal nem acusações que não sejam fundamentadas.
Recusamos o material que circula na rede, o lixo blogosférico; respeitamos tanto quanto possível os direitos de autor -o facto de concordarmos com o conteúdo de um artigo não nos leva a divulgá-lo, pois o autor e/ou o editor podem não gostar do nosso blogue. Quanto às temáticas, aceitamos todas, dependendo da abordagem e não esquecendo o punhado de restrições enunciado. Com uma excepção – o futebol – particularmente, numa perspectiva clubística. Porém não podemos deixar de felicitar a selecção nacional – jogadores, seleccionador, equipa técnica, estrutura da FPF…E nesta estrutura, como director do departamento de futebol, temos um argonauta – Carlos Godinho.
Após ter colaborado com uma coluna semanal, elaborada de forma isenta, compatível com os nossos critérios, mercê de uma guerra que lhe foi movida por cavalheiros de indústria a quem a isenção incomoda , suspendeu a sua colaboração, escrevendo uma nota onde dizia «Como já tinha referido numa entrada após a realização dosplay-off, num desabafo bem amargo, coloquei este blog em situação de stand-by, ou seja, parado temporariamente. A todos os que foram passando por aqui, e foram muitos, a todos os que colocaram comentários, e também foram bastantes, vai um abraço amigo, por terem, quase sempre, ajudado a criar uma linha de pensamento colectiva de defesa das selecções nacionais, todas sem excepção, e dos clubes, numa perspectiva de liberdade, independência e neutralidade. Um dia voltarei.[…]. A todos os que foram passando por aqui, e foram muitos, a todos os que colocaram comentários, e também foram bastantes, vai um abraço amigo, por terem, quase sempre, ajudado a criar uma linha de pensamento colectiva de defesa das selecções nacionais, todas sem excepção, e dos clubes, numa perspectiva de liberdade, independência e neutralidade.
Felicitamos-te pela parte que te cabe neste sucesso.
Perguntamos: não estará na altura de voltares ao nosso barco?