As signatárias nacionais são:
APECE – Associação Portuguesa para o Estudo e Conservação dos Elasmobrânquios;
GEOTA – Grupo de Estudos do Ordenamento do Território e Ambiente;
LPN – Liga para a Protecção da Natureza;
OMA – Observatório do Mar dos Açores;
Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza;
Sciaena – Associação de Ciências Marinhas e Cooperação;
SPEA – Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves;
WWF Portugal – World Wildlife Fund;
PONG-Pesca – Plataforma de ONGs Portuguesas sobre a Pesca.
Segundo Gonçalo Carvalho da PONG-‐Pesca, “esta é uma obrigação legal da UE e é a solução que faz mais sentido em termos económicos, sociais e ambientais. Estamos a apelar aos Ministros das Pescas para seguirem os exemplos da Austrália, Nova Zelândia, Noruega, Rússia e EUA, concordando com uma política que permitirá a recuperação de stocks para níveis sustentáveis, sem mais atrasos”.
No dia 6 de Fevereiro, o Parlamento Europeu votou, de forma esmagadora, a favor do fim da sobrepesca até 2015 e da recuperação de stocks de peixe até 2020. No entanto, os 27 ministros das Pescas rejeitaram, até agora, estas metas, concordando apenas em acabar com a sobrepesca em 2020, não definindo uma meta para recuperar os stocks de peixes.
Na carta enviada pelas organizações a Assunção Cristas, Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, pode ler-‐se que “o Parlamento Europeu aprovou a meta de acabar com a sobrepesca até 2015, com 502 votos a favor e 137 contra, por forma a garantir uma recuperação dos stocks europeus de peixes e sua manutenção a níveis que permitam o rendimento máximo sustentável até 2020. Sem esse objectivo ambicioso, porém alcançável, de recuperação dos stocks de peixes, a PCP não tem sentido. Consideramos profundamente deplorável que o Conselho tenha rejeitado tal objectivo na sua Abordagem Geral. No entanto, as negociações iminentes entre o Conselho e o Parlamento são uma excelente oportunidade para que possa demonstrar a sua capacidade de liderança e fazer tudo ao seu alcance para garantir que, desta vez, o Conselho aprove a proposta do Parlamento”.
CONTACTO: Gonçalo Carvalho – (+351) 936 257 281, carvalho.gf@gmail.com

