Category Archives: Política

7. Anos 80: Os Coveiros do Novo Mundo / Entrevista com François Cusset: PARTE I

(In Blog Article 11, 08/04/2011)

Eles enterraram tudo – a utopia, o pensamento crítico, a contestação, Marx, o comunismo e mesmo a história. O nosso mundo tornou-se um campo de ruínas, quando o deles se mostrava cheio de beleza e se afirmava com altivez, certo da superioridade das suas palavras de ordem: submissão ao mercado, à modernização tecnocrática, ao espírito de empresa e ao dinheiro-rei.

7. Anos 80: Os Coveiros do Novo Mundo / Entrevista com François Cusset: PARTE I

(In Blog Article 11, 08/04/2011)

Eles enterraram tudo – a utopia, o pensamento crítico, a contestação, Marx, o comunismo e mesmo a história. O nosso mundo tornou-se um campo de ruínas, quando o deles se mostrava cheio de beleza e se afirmava com altivez, certo da superioridade das suas palavras de ordem: submissão ao mercado, à modernização tecnocrática, ao espírito de empresa e ao dinheiro-rei.

Crise da democracia, crise da política, crise da economia: o olhar de alguns analistas neo-liberais – 15. Reflexões sobre a economia alemã. Uma abordagem macroeconómica. Parte 2: Salários e preços. Por Egon Neuthinger

Seleção e tradução de Francisco Tavares, revisão de Júlio Marques Mota   15. Reflexões sobre a economia alemã. Uma abordagem macroeconómica.  Parte 2: Salários e preços     Por Egon Neuthinger, economista, antigo funcionário do Ministério das Finanças da Alemanha e

Crise da democracia, crise da política, crise da economia: o olhar de alguns analistas neo-liberais – 15. Reflexões sobre a economia alemã. Uma abordagem macroeconómica. Parte 2: Salários e preços. Por Egon Neuthinger

Seleção e tradução de Francisco Tavares, revisão de Júlio Marques Mota   15. Reflexões sobre a economia alemã. Uma abordagem macroeconómica.  Parte 2: Salários e preços     Por Egon Neuthinger, economista, antigo funcionário do Ministério das Finanças da Alemanha e

6. O dia 22 Fevereiro de 1984, “Viva a Crise!” – PARTE III

(In blog NICO, 22/02/2014)

É um espanto, não? No final, poderíamos pensar que a dimensão das medidas liberais tomadas por Hollande tranquilizou Joffrin & associados pelo facto de que a esquerda francesa definitivamente se tem entregue ao realismo de direita. Mas não acredito nisso, as medidas tomadas nunca irão suficientemente longe para eles e encontrarão sempre um país mais avançado e mais moderno, de que a França faria muito bem em se inspirar sob pena de declinar.

6. O dia 22 Fevereiro de 1984, “Viva a Crise!” – PARTE III

(In blog NICO, 22/02/2014)

É um espanto, não? No final, poderíamos pensar que a dimensão das medidas liberais tomadas por Hollande tranquilizou Joffrin & associados pelo facto de que a esquerda francesa definitivamente se tem entregue ao realismo de direita. Mas não acredito nisso, as medidas tomadas nunca irão suficientemente longe para eles e encontrarão sempre um país mais avançado e mais moderno, de que a França faria muito bem em se inspirar sob pena de declinar.

SINAIS DE FOGO – FUTEBOL, LIXO E LUXO – por Soares Novais

  Há mais três do PSD a contas com a justiça. Um Loureiro, um Sá e um “Zito”. O primeiro e o último da lista acima são de Oliveira de Azemeis e o do meio é da Trofa. E há

SINAIS DE FOGO – FUTEBOL, LIXO E LUXO – por Soares Novais

  Há mais três do PSD a contas com a justiça. Um Loureiro, um Sá e um “Zito”. O primeiro e o último da lista acima são de Oliveira de Azemeis e o do meio é da Trofa. E há

Crise da democracia, crise da Política, Crise da Economia: o olhar de alguns analistas não neoliberais – 15. Reflexões sobre a economia alemã. Uma abordagem macroeconómica. Parte 1: Introdução. Por Egon Neuthinger

Seleção e tradução de Francisco Tavares, revisão de Júlio Marques Mota   15. Reflexões sobre a economia alemã. Uma abordagem macroeconómica.  Parte 1: Introdução.   Por Egon Neuthinger, economista, antigo funcionário do Ministério das Finanças da Alemanha e colaborador em

Crise da democracia, crise da Política, Crise da Economia: o olhar de alguns analistas não neoliberais – 15. Reflexões sobre a economia alemã. Uma abordagem macroeconómica. Parte 1: Introdução. Por Egon Neuthinger

Seleção e tradução de Francisco Tavares, revisão de Júlio Marques Mota   15. Reflexões sobre a economia alemã. Uma abordagem macroeconómica.  Parte 1: Introdução.   Por Egon Neuthinger, economista, antigo funcionário do Ministério das Finanças da Alemanha e colaborador em

6. O dia 22 Fevereiro de 1984, “Viva a Crise!” – PARTE II

(In blog NICO, 22/02/2014)

A mensagem central veiculada por Vive la Crise é a  seguinte: a crise pode ser uma oportunidade de retoma e de modernização da sociedade se as pessoas (as pessoas modestas, certamente) estiverem prontas para fazer esforços e renunciarem nomeadamente a uma grande parte dos seus acervos sociais que passaram agora a serem considerados arcaicos.

6. O dia 22 Fevereiro de 1984, “Viva a Crise!” – PARTE II

(In blog NICO, 22/02/2014)

A mensagem central veiculada por Vive la Crise é a  seguinte: a crise pode ser uma oportunidade de retoma e de modernização da sociedade se as pessoas (as pessoas modestas, certamente) estiverem prontas para fazer esforços e renunciarem nomeadamente a uma grande parte dos seus acervos sociais que passaram agora a serem considerados arcaicos.

Crise da democracia, crise da Política, Crise da Economia: o olhar de alguns analistas não neoliberais – 14. China: Optar por mais Dívida, por mais Desemprego, ou em vez disso por Transferências de Rendimentos, por Michael Pettis

Seleção e revisão de Júlio Marques Mota, tradução de Francisco Tavares 14. China: Optar por mais Dívida, por mais Desemprego, ou em vez disso por Transferências de Rendimentos     Por Michael Pettis,  em 20 de Novembro de 2016  

Crise da democracia, crise da Política, Crise da Economia: o olhar de alguns analistas não neoliberais – 14. China: Optar por mais Dívida, por mais Desemprego, ou em vez disso por Transferências de Rendimentos, por Michael Pettis

Seleção e revisão de Júlio Marques Mota, tradução de Francisco Tavares 14. China: Optar por mais Dívida, por mais Desemprego, ou em vez disso por Transferências de Rendimentos     Por Michael Pettis,  em 20 de Novembro de 2016  

6. O dia 22 Fevereiro de 1984, “Viva a Crise!” – PARTE I

(In blog NICO, 22/02/2014)

Nos Estados Unidos, 1984 é o ano de emergência de uma tendência moderna, no partido democrata, na parte mais próxima possível dos meios de negócios e mais afastada dos sindicatos, que vai celebrar sistematicamente o culto dos empresários dinâmicos. No Reino Unido, é o início da greve dos mineiros, que durará um ano e será um terrível fiasco. É evidente que estas reformas liberais que se difundem nos anos 80, exigem como condições prévia a liquidação ou,  em todo caso,  o enfraquecimento do sindicalismo.

6. O dia 22 Fevereiro de 1984, “Viva a Crise!” – PARTE I

(In blog NICO, 22/02/2014)

Nos Estados Unidos, 1984 é o ano de emergência de uma tendência moderna, no partido democrata, na parte mais próxima possível dos meios de negócios e mais afastada dos sindicatos, que vai celebrar sistematicamente o culto dos empresários dinâmicos. No Reino Unido, é o início da greve dos mineiros, que durará um ano e será um terrível fiasco. É evidente que estas reformas liberais que se difundem nos anos 80, exigem como condições prévia a liquidação ou,  em todo caso,  o enfraquecimento do sindicalismo.

Crise da democracia, crise da Política, Crise da Economia: o olhar de alguns analistas não neoliberais – 13. Análise do ciclo económico da economia europeia no verão de 2016: nenhuma recuperação em lado nenhum (última parte). Por Heiner Flassbeck

Seleção e tradução de Francisco Tavares, revisão de Júlio Marques Mota 13. Análise do ciclo económico da economia europeia no verão de 2016: nenhuma recuperação em lado nenhum. Última parte: Construção, retalho, desemprego. Recomendações.   Por Heiner Flassbeck, publicado por Flassbeck-economics

Crise da democracia, crise da Política, Crise da Economia: o olhar de alguns analistas não neoliberais – 13. Análise do ciclo económico da economia europeia no verão de 2016: nenhuma recuperação em lado nenhum (última parte). Por Heiner Flassbeck

Seleção e tradução de Francisco Tavares, revisão de Júlio Marques Mota 13. Análise do ciclo económico da economia europeia no verão de 2016: nenhuma recuperação em lado nenhum. Última parte: Construção, retalho, desemprego. Recomendações.   Por Heiner Flassbeck, publicado por Flassbeck-economics

5. O jornal “LIBÉRATION“ e os patrões : juntos desde 1984 – PARTE III

(Sébastian Fontenelle, in blog Bakchich, 2014)

E que importa, se a pax americana é feita à custa de grandes chacinas patrocinadas por Washington, nos indigenatos locais, com algumas centena de milhares de mortes – Yves Montand não “suporta” de resto “” que se lhe fale do Chile, ou de Salvador: “Isso, eu conheço, conheço muito bem, para., papá”

5. O jornal “LIBÉRATION“ e os patrões : juntos desde 1984 – PARTE III

(Sébastian Fontenelle, in blog Bakchich, 2014)

E que importa, se a pax americana é feita à custa de grandes chacinas patrocinadas por Washington, nos indigenatos locais, com algumas centena de milhares de mortes – Yves Montand não “suporta” de resto “” que se lhe fale do Chile, ou de Salvador: “Isso, eu conheço, conheço muito bem, para., papá”

Crise da democracia, crise da Política, Crise da Economia: o olhar de alguns analistas não neoliberais – 13. Análise do ciclo económico da economia europeia no verão de 2016: nenhuma recuperação em lado nenhum (parte 2). Por Heiner Flassbeck

Seleção e tradução de Francisco Tavares, revisão de Júlio Marques Mota 13. Análise do ciclo económico da economia europeia no verão de 2016: nenhuma recuperação em lado nenhum. Parte 2.     Por Heiner Flassbeck, publicado por Flassbeck-economics em 22 de

Crise da democracia, crise da Política, Crise da Economia: o olhar de alguns analistas não neoliberais – 13. Análise do ciclo económico da economia europeia no verão de 2016: nenhuma recuperação em lado nenhum (parte 2). Por Heiner Flassbeck

Seleção e tradução de Francisco Tavares, revisão de Júlio Marques Mota 13. Análise do ciclo económico da economia europeia no verão de 2016: nenhuma recuperação em lado nenhum. Parte 2.     Por Heiner Flassbeck, publicado por Flassbeck-economics em 22 de

5. O jornal “LIBÉRATION“ e os patrões : juntos desde 1984 – PARTE II

(Sébastian Fontenelle, in blog Bakchich, 2014)

Convém por conseguinte, explica Libération, concluir a mutação que a esquerda realista deseja de todo o seu coração e de mandar para o sótão das antiguidades a antiga França, cristalizada no Estado-Providência, de que o excelente François de Closets tão magnificamente demonstrou, num maravilhoso best-seller “publicado em junho de 1982”, que ela está povoada, nos seus espaços de trabalho, de milhões de parasitas que querem – é o título desta “fenomenal” obra: “Sempre mais! ” “

5. O jornal “LIBÉRATION“ e os patrões : juntos desde 1984 – PARTE II

(Sébastian Fontenelle, in blog Bakchich, 2014)

Convém por conseguinte, explica Libération, concluir a mutação que a esquerda realista deseja de todo o seu coração e de mandar para o sótão das antiguidades a antiga França, cristalizada no Estado-Providência, de que o excelente François de Closets tão magnificamente demonstrou, num maravilhoso best-seller “publicado em junho de 1982”, que ela está povoada, nos seus espaços de trabalho, de milhões de parasitas que querem – é o título desta “fenomenal” obra: “Sempre mais! ” “

DIÁSPORA. OPERAÇÃO VIRAGEM HISTÓRICA, por Moisés Cayetano Rosado.

Fernando Mão de Ferro, el incansable editor de Edições Colibri, que tiene en su catálogo las principales publicaciones salidas de y sobre Alentejo, me acaba de proporcionar un libro extraordinario, recién sacado de la imprenta, sobre lo que conocemos como

DIÁSPORA. OPERAÇÃO VIRAGEM HISTÓRICA, por Moisés Cayetano Rosado.

Fernando Mão de Ferro, el incansable editor de Edições Colibri, que tiene en su catálogo las principales publicaciones salidas de y sobre Alentejo, me acaba de proporcionar un libro extraordinario, recién sacado de la imprenta, sobre lo que conocemos como

MPPM – COMUNICADO 13/2017 – REFUGIADOS – QUESTÃO CENTRAL DO NOSSO TEMPO

  COMUNICADO 13/2017 REFUGIADOS – QUESTÃO CENTRAL DO NOSSO TEMPO   No Dia Mundial dos Refugiados, que se assinala a 20 de Junho por iniciativa da ONU, o MPPM exprime a sua solidariedade com os refugiados do mundo inteiro e

MPPM – COMUNICADO 13/2017 – REFUGIADOS – QUESTÃO CENTRAL DO NOSSO TEMPO

  COMUNICADO 13/2017 REFUGIADOS – QUESTÃO CENTRAL DO NOSSO TEMPO   No Dia Mundial dos Refugiados, que se assinala a 20 de Junho por iniciativa da ONU, o MPPM exprime a sua solidariedade com os refugiados do mundo inteiro e