POESIA AO AMANHECER – 221 – por Manuel Simões carlosloures 13 anos ago ÁLVARO FEIJÓ (1916 – 1941) POEMA Façam-se os alicerces da cidade do futuro nas rotas que a metralha vai abrindo! Erga-se a nova Torre de Babel dos homens com os destroços deste mundo velho! Que se confundam, numa só, as línguas, como, na podridão, se confundiram os cadáveres daqueles que vestiam uniformes diferentes! Que continue calma e silenciosa a Terra de Ninguém, por ser a Terra de todos! Irmão, se o sacrifício se consuma, Irmão, que o sacrifício se aproveite! (de “Os Poemas de Álvaro Feijó”) Tendo falecido muito jovem, tinha publicado apenas “Corsário” (1941). Na colecção “Novo Cancioneiro” saiu postumamente a colectânea “Os Poemas de Álvaro Feijó” (1941), ligando-o, a pleno título, ao movimento neo-realista. Share this: Share on Facebook (Opens in new window) Facebook Share on X (Opens in new window) X Share on LinkedIn (Opens in new window) LinkedIn Share on WhatsApp (Opens in new window) WhatsApp Email a link to a friend (Opens in new window) Email More Print (Opens in new window) Print POESIA AO AMANHECER – 186 – por Manuel SimõesDate23 de Abril de 2013In relation toLiteraturaPOESIA AO AMANHECER – 126 – por Manuel SimõesDate29 de Janeiro de 2013In relation toLiteraturaDIÁRIO DE BORDO, de ÁLVARO FEIJÓDate23 de Agosto de 2015In relation toLiteratura