POESIA AO AMANHECER – 323 – por Manuel Simões carlosloures 12 anos ago ARNALDO SANTOS ( 1935 ) REGRESSO Bandeiras sem cores tremulando ao vento… Passa um camião onde vozes cantam. São homens que voltam. E o sonoro canto vai longe… longe… As cubatas sós onde mães esperam… Bandeiras-desejos tremulando ao vento… E vozes deixando na esteira dura com o pó da estrada cantos de renúncia. E tremulando sempre bandeiras sem cores agitam desejos. Nascem vagidos novos nas sanzalas! (de “Fuga”) Poeta e contista. Foi um dos fundadores da União dos Escritores Angolanos. Tem colaboração nas revistas “Novembro”, “Cultura”, “ABC”, “Mensagem” (CEI) e no jornal “Brado Africano”. Obra poética: “Fuga” 1965) e “Poemas no Tempo” (2ª. ed., 1985). Share this: Share on Facebook (Opens in new window) Facebook Share on X (Opens in new window) X Share on LinkedIn (Opens in new window) LinkedIn Share on WhatsApp (Opens in new window) WhatsApp Email a link to a friend (Opens in new window) Email More Print (Opens in new window) Print POESIA AO AMANHECER – 358 – por Manuel SimõesDate7 de Janeiro de 2014In relation toLiteraturaPOESIA AO AMANHECER (25) – por Manuel SimõesDate31 de Agosto de 2012In relation toGeralPOESIA AO AMANHECER – 115 – por Manuel SimõesDate14 de Janeiro de 2013In relation toLiteratura