
Se quisessemos manter esta rubrica actualizada, criaríamos um problema insolúvel – enquanto estamos a redigir este post o que estava actualizado foi ultrapassado por novas visualizações – os 24 posts que passaram a fronteira das mil visitas, já são 25… É como querer agarrar o vento. Prossigamos o plano estabelecido – hoje combinámos falar sobre o post que Pedro de Pezarat Correia publicou em 25 de Março de 2013 no seu Giro do Horizonte sobre Álvaro Cunhal.
O argonauta e general aposentado do Exército Português. director do boletim Referencial da Associação 25 de Abril, tendo participado dois dias antes numa sessão cultural evocativa da figura de Álvaro Cunhal, realizada na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa , começa por esclarecer que «Não pertencendo nem nunca tendo pertencido ao Partido Comunista Português (PCP) situo-me, porém, no grupo daqueles que consideram que o PCP se inscreve na área política que gostariam de ver o povo português escolher para liderar os destinos do país.» E Pezarat Correia descreve os contactos que, durante reuniões, teve com o carismático secretário-geral do PCP: «é justo e é pedagógico, evocar alguém que se empenhou profundamente na política sem mácula, sem cedências susceptíveis de violarem os princípios, os valores, os compromissos. Álvaro Cunhal era uma referência para quantos, independentemente dos sectores ideológicos e partidários em que se situassem, cultivavam o rigor na gestão da polis, na política, porque era de uma enorme exigência. Mas começava por ser exigente consigo próprio. Concordasse-se ou discordasse-se dele, confiava-se nele».
Sem entrar na avaliação de carácter ideológico, Pezarat Correia, analisa de forma objectiva os traços essenciais de um dos protagonistas da cena política portuguesa no século XX. Post com muitas visitas e grande difusão nas redes sociais.
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GIRO DO HORIZONTE – ÁLVARO CUNHAL – por Pedro de Pezarat Correia

