Category Archives: História

EMIR SADER – NEOLIBERALISMO NÃO RIMA COM DEMOCRACIA

      O liberalismo tem duas caras: o liberalismo político do sistema democrático e o liberalismo econômico do livre mercado. Por má fé, há sempre os que querem separar essas duas faces da mesma moeda. A chegada do neoliberalismo

EMIR SADER – NEOLIBERALISMO NÃO RIMA COM DEMOCRACIA

      O liberalismo tem duas caras: o liberalismo político do sistema democrático e o liberalismo econômico do livre mercado. Por má fé, há sempre os que querem separar essas duas faces da mesma moeda. A chegada do neoliberalismo

MUSEU DO NEO-REALISMO APRESENTAÇÃO de “LIVROS QUE TOMAM PARTIDO – EDIÇÃO E REVOLUÇÃO EM PORTUGAL: 1968-1980”, de FLAMARION MAUÉS – HOJE, SÁBADO, 9 de NOVEMBRO, pelas 17.30, em VILA FRANCA DE XIRA

    Decorrerá no próximo dia 9 de novembro, pelas 17h30,no Museu do Neo-Realismo a apresentação do livro Livros que Tomam Partido – Edição e Revolução em Portugal: 1968-1980, de Flamarion Maués. Obra abrangente da edição política em Portugal, Livros

MUSEU DO NEO-REALISMO APRESENTAÇÃO de “LIVROS QUE TOMAM PARTIDO – EDIÇÃO E REVOLUÇÃO EM PORTUGAL: 1968-1980”, de FLAMARION MAUÉS – HOJE, SÁBADO, 9 de NOVEMBRO, pelas 17.30, em VILA FRANCA DE XIRA

    Decorrerá no próximo dia 9 de novembro, pelas 17h30,no Museu do Neo-Realismo a apresentação do livro Livros que Tomam Partido – Edição e Revolução em Portugal: 1968-1980, de Flamarion Maués. Obra abrangente da edição política em Portugal, Livros

MUSEU DO NEO-REALISMO – EXPOSIÇÃO “RAÍZES DE UMA COLECÇÃO: ALVES REDOL E (SEUS) ILUSTRADORES” – INAUGURAÇÃO, AMANHÃ, SÁBADO, 9 de NOVEMBRO, às 16 horas – em VILA FRANCA DE XIRA

  Caros concidadãos e concidadãs 1) No próximo Sábado, dia 9, às 16h, é inaugurada no Museu do Neo-Realismo a exposição “Alves Redol e os Seus Ilustradores”, composta por obras de artes plásticas do espólio do escritor, comissariada por Luísa

MUSEU DO NEO-REALISMO – EXPOSIÇÃO “RAÍZES DE UMA COLECÇÃO: ALVES REDOL E (SEUS) ILUSTRADORES” – INAUGURAÇÃO, AMANHÃ, SÁBADO, 9 de NOVEMBRO, às 16 horas – em VILA FRANCA DE XIRA

  Caros concidadãos e concidadãs 1) No próximo Sábado, dia 9, às 16h, é inaugurada no Museu do Neo-Realismo a exposição “Alves Redol e os Seus Ilustradores”, composta por obras de artes plásticas do espólio do escritor, comissariada por Luísa

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 8º Texto – Alemanha: Um texto final, um texto de síntese. Parte VIII

(Fritz W. Scharpf, 18 de Fevereiro de 2018)

Até à data, o Governo alemão tem resistido a todas as exigências de uma redução substancial dos excedentes de exportação excessivos — e a Comissão ainda não optou por iniciar as medidas corretivas que estão disponíveis ao abrigo do atual Procedimento relativo aos Desequilíbrios. Além disso, não há propostas na atual agenda europeia para um regime simétrico do euro que conduza à convergência na zona euro, exigindo ajustamentos estruturais correspondentes nas economias políticas do Norte. A relutância da Comissão em desafiar a posição alemã é amplamente atribuída a considerações de viabilidade política, e a obstinação do governo parece ser totalmente explicada pelo interesse económico próprio, combinado com o seu poder de negociação assimétrico nas interações europeias (Iversen, Soskice e Hope 2016).

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 8º Texto – Alemanha: Um texto final, um texto de síntese. Parte VIII

(Fritz W. Scharpf, 18 de Fevereiro de 2018)

Até à data, o Governo alemão tem resistido a todas as exigências de uma redução substancial dos excedentes de exportação excessivos — e a Comissão ainda não optou por iniciar as medidas corretivas que estão disponíveis ao abrigo do atual Procedimento relativo aos Desequilíbrios. Além disso, não há propostas na atual agenda europeia para um regime simétrico do euro que conduza à convergência na zona euro, exigindo ajustamentos estruturais correspondentes nas economias políticas do Norte. A relutância da Comissão em desafiar a posição alemã é amplamente atribuída a considerações de viabilidade política, e a obstinação do governo parece ser totalmente explicada pelo interesse económico próprio, combinado com o seu poder de negociação assimétrico nas interações europeias (Iversen, Soskice e Hope 2016).

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 8º Texto – Alemanha: Um texto final, um texto de síntese. Parte VII

(Fritz W. Scharpf, 18 de Fevereiro de 2018)

Por conseguinte, é legítimo perguntar por que razão a Comissão não reclassificou a Alemanha como estando numa situação de “desequilíbrios macroeconómicos excessivos” – o que, em princípio, poderia também permitir ativar a “vertente corretiva” do procedimento relativo aos desequilíbrios? Uma explicação pode ser o poder de negociação alemão. Mas também se pode perguntar se um governo alemão mais conforme teria a capacidade de eliminar o excedente comercial, ou se uma Comissão Europeia mais corajosa poderia especificar e aplicar medidas corretivas que permitiriam uma convergência simétrica da economia alemã para a média da área do euro.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 8º Texto – Alemanha: Um texto final, um texto de síntese. Parte VII

(Fritz W. Scharpf, 18 de Fevereiro de 2018)

Por conseguinte, é legítimo perguntar por que razão a Comissão não reclassificou a Alemanha como estando numa situação de “desequilíbrios macroeconómicos excessivos” – o que, em princípio, poderia também permitir ativar a “vertente corretiva” do procedimento relativo aos desequilíbrios? Uma explicação pode ser o poder de negociação alemão. Mas também se pode perguntar se um governo alemão mais conforme teria a capacidade de eliminar o excedente comercial, ou se uma Comissão Europeia mais corajosa poderia especificar e aplicar medidas corretivas que permitiriam uma convergência simétrica da economia alemã para a média da área do euro.

CARTA DE BARCELONA – Democràcia en fallida. Polítics incapaços, no reciclables – por JOSEP A. VIDAL

  La democràcia espanyola, que va néixer amb les cames fluixes i una constitució orgànica poc consistent, s’esquerda pertot arreu, a frec del col·lapse. Les patologies que han malmès la seva salut endeble són moltes i requereixen una anàlisi minuciosa

CARTA DE BARCELONA – Democràcia en fallida. Polítics incapaços, no reciclables – por JOSEP A. VIDAL

  La democràcia espanyola, que va néixer amb les cames fluixes i una constitució orgànica poc consistent, s’esquerda pertot arreu, a frec del col·lapse. Les patologies que han malmès la seva salut endeble són moltes i requereixen una anàlisi minuciosa