Os líderes europeus, manifestamente incompetentes nas funções para que se candidataram, há muito que estão a conduzir os respectivos povos para becos sem saída. Os três que ontem, numa provocadora manifestação de poder armado, desceram, cada qual no seu helicóptero militar, nas redondezas do local onde o avião da empresa alemã foi embater a grande velocidade contra a montanha, num trágico final em tudo semelhante ao propositado embate contra as torres gémeas da nossa vergonha como civilização ocidental, apresentaram-se com caras de gritante incomodidade, próprias de quem já sabe que está perante mais um atentado. Agora, em grande escala. É em momentos como este, que se vêem as mulheres, os homens que o são verdadeiramente, de dentro para fora. O que os três chefes nos deram ontem a ver e ao mundo, via canais de tv, já todos instalados no local como outros tantos abutres, prontos a banquetear-se com a carne dos cadáveres das vítimas, mais pareciam os de três criminosos. E não são? Institucionais, mas criminosos? É mais do que manifesto que a Europa do euro é a pior criação recente do cristianismo, dois mil anos depois de ter sido fundado, numa apressada traição a Jesus Nazaré e ao seu Projecto político maiêutico, praticado/anunciado por ele, entre meados do ano 28 e Abril do ano 30. A privilegiada elite dos poderes de então, depressa se apoderou dele, matou-o, em nome da Lei deles e, por fim, mascarou-o de Jesuscristo, ou, simplesmente, Cristo-Poder invicto, o mesmo que está na origem da Europa do euro. A queda do avião e a consequente morte das 150 pessoas que seguiam a bordo, pode ter sido um acidente. Mas que tem tudo a ver com um atentado, tem. Na nossa arrogância institucional armada, somos completamente à mercê de grupos de 2 ou 3 jhiadistas suicidas que podem muito bem viajar connosco e, no momento oportuno, assumem o comando do transporte e vão estatelar-se, a alta velocidade, sem deixar sobreviventes. Mudamos de ser, de Deus, de práticas políticas, ou perecemos!
26 Março 2015

