
Hot Clube – Praça da Alegria 48
Dia 3 de Março
As jam session de 3ª feira contam com um músico convidado que lidera a sessão.
Em Janeiro teremos como convidado o baterista Luís Candeias.
A sessão começa às 22h30, com um set do grupo residente, passando depois para jam aberta aos músicos que queiram participar.
Entrada livre.
Dia 4 de Março
CATARINA/JOW/PITOMBA – “MAIS CORES”
Concerto de apresentação do disco “Mais Cores” a partir das 22h30 (2º set às 00h). 10€ para não sócios, entrada gratuita para sócios.
Catarina Santos – voz; Jow Ferreira – guitarra; Rogério Pitomba – bateria.
O trio Catarina + Jow + Pitomba, formado em 2019 por Catarina Santos (voz), Jow Ferreira (guitarra acústica/elétrica) e Rogério Pitomba (bateria) nasce de um forte desejo de unir forças num trabalho artístico que tem como ponto de partida o diálogo entre a liberdade, espontaneidade e a improvisação características do Jazz, e o balanço e linguagem rítmica Afro-Brasileira.
Apostando na sintonia e comunicação entre os três, o trio acaba de gravar “Mais Cores”, um álbum em que mesclam temas originais e versões de temas de compositores que fazem parte do seu universo de influências, como os Brasileiros Toninho Horta, Guinga, André Mehmari, António Loureiro, além de temas tradicionais Portugueses inspirados em Brigada Victor Jara, e outros como Avishai Cohen e Guillermo Klein.
O álbum “Mais Cores” foi gravado entre os dias 23 e 26 de Julho de 2019, no Estúdio Ponto Zurca, aos cuidados de Sérgio Milhano, com uma linguagem de estúdio de gravação ao vivo, para preservar a química e traços únicos que caracterizam o som deste Trio.
CATARINA SANTOS
Cantora, compositora, educadora e sound artist. Suas raízes culturais combinam África, Portugal e Brasil, e sua vida em Nova Iorque como artista tornou-se a força motriz de sua arte como músico e compositora. Formada em Lisboa na Escola de Jazz Luís Villas-Boas, em Jazz Performance no City College of New York e Orchestration na Juilliard School, fez parte da Juilliard School Choral Union. Estuda com John Pattitucci, Sheila Jordan, Neil Clark, Paquito de Rivera, Ed Simmons, Ben Street, Jim Black, Cyro Baptista, Luciana Souza, Duduka da Fonseca. Tem aulas de percussão com Zé Maurício (Choro Ensemble), Café (Djavan). Como cantora e compositora da banda Nation Beat, grava “Maracatuniversal” (Recife, 2006), e toca em locais de renome como The Blue Note, Joes Pub, The Stone (John Zorn). Em 2013 participa no concerto em homenagem a Mary Lou Williams com solista e parte do coral, com alguns dos melhores cantores de jazz da cena Nova Iorquina, e em Abril desse ano fez a produção artística e foi cantora convidada de dois grandes espetáculos: Concerto em homenagem a Chiquinha Gonzaga, no Brazilian Endowment for the Arts, e “Viagem pelo Mundo de Língua Portuguesa” para a CPLP, 2 de Maio, na sede das Nações Unidas. Nova Iorque.
Com dois álbuns de originais, “No Balanço do Mar”, (Nova Iorque, 2009) e “Rádio Kriola” (ARC Music, Londres, 2017) elabora um novo som de raízes e sons urbanos, de África para o Brasil, da cena de Latin Jazz de Nova Iorque, e a paisagem multicultural de Lisboa como inspiração. A pesquisa de Catarina leva-a a ser convidada na Conferência ASWAD, na Universidade Rutgers (Pittsburgh, 2011).
Completou em 2017 o Mestrado em Composição na Goldsmiths University, em Londres, com incidência no Jazz e música electrónica. Créditos de composição em Londres incluem a peça “The Power Behind the Crone” (2017), de Alison Skilbeck e Tim Hardy, “Untitled”, uma coreografia de Gianna Burright, e „I am Orestes and I am Elektra too”, de To Be Creatives (estreia no Edinburgh Fringe Festival de 2018). Cria, co-produz com Marcy dePina, e é artista em “Spirits of Resistance – Women, Music and the Drum”, projecto de intercâmbio entre mulheres compositoras/percussionistas (Março de 2018), no Bronx Music and Heritage Center em Nova Iorque. Em 2019 toca no Stowe Jazz Festival (Vermont, USA) com o quinteto Catarina dos Santos e Ebinho Cardoso.
Catarina é a criadora de três mundos criativos que caminham lado a lado: dois projectos de música original que, sendo um em nome próprio, de som mais acústico e de ligação direta com a música de raiz Angolana, Cabo Verdiana, Portuguesa e Brasileira, e MadNomad, o seu irmão mais electrónico e ligado ao Jazz e Spoken Word. Em 2019 Catarina regressa a sua escola primeira, o Jazz, com o álbum em Trio “Mais Cores”, onde a sua vasta experiência com Brazilian Jazz ganha corpo e balanço.
JOW FERREIRA
Juliano Ferreira, também conhecido como “Jow Ferreira”, nasceu em Natal (Brasil) em 1982. Começou a aprender guitarra aos 14 anos como autodidata e, em 1999, teve as primeiras aulas de guitarra clássica na Escola de Música da UFRN (EMUFRN-Brasil), onde cursou graduação em guitarra clássica e elétrica de 2001 a 2005. De 2007 a 2008, morou em Montreal (Canadá), onde fez mestrado em guitarra clássica na Universidade de Montreal. Foi professor de guitarra no Solar Bela Vista (SESI-Brasil) de 2010 até o início de 2014, quando se tornou professor permanente na Escola de Música da UFRN, dos cursos de guitarra elétrica e harmonia de jazz. No que diz respeito à sua vida artística, começou a tocar profissionalmente em 2003, seja como solista (também em duo, trio etc.) ou acompanhando cantores(as) em sua cidade natal, como cantores como Liz Rosa, Bruna Hetzel, Lysia Condé, entre outros, o que fortaleceu sua paixão pela arte do acompanhamento. Na música instrumental, trabalhou com músicos de sua cidade natal, como Antonio de Pádua, Júnior Primata, Darlan Marley, Rogério Pitomba, Anderson Pessoa, Eduardo Taufic, Roberto Taufic, entre outros. Em 2013, gravou seu primeiro álbum a solo intitulado “Alma nos Dedos”, que inclui temas originais e arranjos para temas de Tom Jobim, Ivan Lins, Pat Metheny, Brahms, Roberto Taufic etc. Desde 2018, mora em Portugal para começar seu programa de Doutoramento em Jazz Performance na Universidade de Aveiro, onde desenvolve uma pesquisa sobre a guitarra de sete cordas com uma corda “Lá” mais aguda.
ROGÉRIO PITOMBA
Baterista, brasileiro nascido em Natal/RN, Rogério Pitomba é conhecido por sua versatilidade e estilo único de tocar misturando os diversos ritmos de uma forma jazzística.
Músico desde a adolescência já dividiu o palco com grandes artistas em sua trajetória musical, entre eles: Roberto Menescal, Michael Pipoquinha, Ná Ozzeti, Chico Pinheiro, Joyce Moreno, Chico César, Pepeu Gomez, Leila Pinheiro, Valéria Oliveira e Velha Guarda da Portela, Daúde, Mitchel Player, Mark Rapp, oão Ventura, Rosa de Pedra, Fábio Carneirinho, Jubileu Filho, Eduardo Taufic, Antônio de Pádua, Camila Masiso, Liz Rosa, Sami Tarik, Marco Antônio da Costa, Manoca Barreto, Sérgio Coelho, Ive Greice , Salomão Soares, Cláudio César Ribeiro, Ellis Zottesso, Ana Gomes, Mili Vizcaíno, Victor Zamora, João Mortágua e Orquestra Jazz Águeda, entre outros. Em sua carreira já partipou de festivais nacionais e internacionais como Montreuz Jazz (Suiça), o SXSW (Texas/EUA), Jurerê Jazz (SC/Brasil), Fest Bossa & Jazz (RN/Brasil), Brazilian Day (Estocolmo/ Suécia). Entre concursos de bateria que participou destaque para o Batuka Brasil!2013, o maior festival de bateria do Brasil, onde ganhou o 1º lugar. Já em 2016 participou 8º Festival de Bateria e Percussão de Lavra (PT) onde também ganhou em 1º lugar. Pitomba atualmente reside em Lisboa/PT e traz também em sua bagagem musical seus dois CD’ s originais instrumentais: “Até o caroço”, lançado em 2014, e “Cacho maduro”, fruto do seu amadurecimento musical, gravado ao vivo e lançado em 2016.
Dias 5 a 7 de Março
ANTÓNIO LOUREIRO TRIO – “LIVRE”
Concerto a partir das 22h30 (2º set às 00h). 10€ para não sócios, entrada gratuita para sócios.
António Loureiro – piano; Frederico Heliodoro – baixo; Felipe Continentino – bateria.
António Loureiro está em tournée pela Europa, apresenta o seu novo trabalho intitulado “LIVRE”. Este concerto com o trio Frederico Heliodoro-baixo e Felipe Continentino -bateria, já foi apresentado em diversas cidades do Brasil e Japão e agora, pela primeira na Europa.
Além de apresentar seu trabalho, nos últimos 4 anos António Loureiro tem acompanhado os guitarristas Kurt Rosenwinkel e Pedro Martins em várias tournées pelo mundo.

