“Não faz sentido falar sobre Música. A Música é para se ouvir. Ninguém consegue explicar o que sente. As palavras não chegam ou não existem para explicar o que se sente.
Há uma relação com a Música que é sempre nova. Um pouco como o amor…”
Estas palavras podiam, talvez, ser minhas – mas não são. E ainda bem, para não me crucificarem de imediato como pretensioso e maníaco “de que só eu é que sei”, como acontece na generalidade.
Estas palavras são de Martha Argerich, uma pianista argentina considerada uma das maiores pianistas do mundo, avessa à imprensa e à publicidade, o que lhe “permitiu” ser pouco conhecida do grande público, do qual faço parte.
Já houve anteriormente um “Bom Dia” com ela, quando a “descobri” por puro acaso e em que me deixou siderado com as suas execuções: