Johann Strauss, nasceu numa família de músicos em Viena em 1825, morrendo, na mesma cidade em 1899. Filho primogénito de Johann Strauss I, foi considerado o «rei da valsa» – compositor, maestro e violinista, foi proibido pelo pai de enveredar pela carreira da música, pois. Por isso, trabalhava num banco comercial e , clandestinamente, foi aluno de Drechsler com o qual estudou composição. Formou a sua própria orquestra e transformou-se no orgulho dos vienenses ao internacionalizar valsa, a música de Viena. Compôs cerca de quatrocentas valsas.
Em 1863 foi nomeado Maestro dos bailes da corte austríaca (que a partir de 1867, passou a ser a corte austro-húngara, devido ao Compromisso que uniu as duas nações no Império austro-húngaro), cargo em que se manteve até 1872. Entre as suas centenas de valsas, algumas tornaram-se conhecidas em todo o mundo. Por exemplo, o Danúbio Azul , composto em 1867, os Contos dos bosques de Viena (1868) ou a grande Valsa do Imperador (1888), são talvez as mais populares e são essas que iremos ouvir.
O Concerto de Ano Novo, em que a Orquestra Filarmónica de Viena executa muitas composições da dinastia Strauss, é uma das atracções da capital da Àustria, sendo transmitido pela televisão para numerosos países.
