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VAMOS AO CINEMA VER O “AMOR DE PERDIÇÃO!”

 

 

 

Amor de Perdição, um dos mais populares romances de Camilo Castelo Branco, entre as muitas dezenas que escreveu, é a obra da literatura portuguesa com o maior número de adaptações cinematográficas – são seis. Referimos apenas três delas – a de António Lopes Ribeiro, realizada em 1943 e que vamos aqui apresentar, a de Manoel de Oliveira (1979) e a de Mário Barroso (2008). A primeira remonta ao tempo do cinema mudo e foi realizada em 1921. Há ainda duas adaptações televisivas, uma delas luso-brasileira.

 

A história tem alguma inspiração na peça de Shakespeare Romeu e Julieta: Simão Botelho e Teresa de Albuquerque pertencem a famílias distintas da cidade de Viseu, famílias que se odeiam. Mas apaixonm-se e mantêm um namoro secreto. Ambas as famílias, desconfiadas, fazem de tudo para combater a união amorosa. Tadeu de Albuquerque (o pai de Teresa), após  tentativas de casar sua filha com um primo acaba por interná-la num convento. Após luta travada com os criados do primo de Teresa, Simão Botelho permanece na casa de um ferreiro devedor de favores ao seu pai. A filha do ferreiro, Mariana, acaba também por se apaixonar por Simão… Aqui temos um triângulo amoroso. E mais não contamos. Os melhores actores da época dão corpo às personagens camilianas – António Vilar, Carmen Dolores, António Silva,  Assis Pacheco, Barreto Poeira,,Igrejas Caeiro, Óscar de Lemos …

Á UMA HORA EM PONTO, OS AMORES DE SIMÃO BOTELHO E DE TERESA DE ALBUQUERQUE
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