por Rui Oliveira
A Terça-feira 4 de Dezembro vai ser, como aliás Terças anteriores, pobre em eventos novos pelo que (como temos feito) aconselharíamos o recurso ao cinema (que deixámos por ver) ou às exposições abertas cujo encerramento se avizinha.
Entretanto, há ainda :
Sinopse : Uma professora de arte dramática (Isabel)recebe um guião para uma peça. Ao lê-lo descobre que é baseado num romance intenso, fugaz (durara apenas 17 horas) mas inesquecível, que ela vivera alguns anos antes com o autor do guião (Mário), actual encenador. Encontram-se mas ela finge não reconhecer. Ambos têm amantes jovens …
Este é o seu trailer (ou não fosse a versão americana…) :
O som que daí sairá, ainda não registado por o trio ser recente, assemelhar-se-á ao do Trio anterior com Mário Delgado e José Salgueiro soando assim (?) :
Os Instantâneos desafiam os muito experientes Impromadrid, sendo os primeiros: André Sobral, Eva Sarmiento, Manuel Duarte, Marco Graça, Marco Martin, Nuno Fradique, Paulo Cintrão, Ricardo Soares e Cecilia Hudec.
Foram registadas algumas cenas da temporada anterior que permitem avaliar o humor em jogo :
Dizem alguns conhecedores que terá particular interesse neste dia 4 de Dezembro (Terça-feira) no “InShadow – Festival Internacional de Vídeo, Performance e Tecnologias”, uma iniciativa da Vo’Arte que noticiámos ter começado no passado Sábado 1 de Dezembro predominantemente no São Luiz Teatro Municipal, a performance “When We Meet Again (Introduced as Friends)” de Me and the Machine (Reino Unido), vencedor do “Arches Brick Award 2010 (UK)”.
“Quando eu te conheci, tu vias-me, mas eu não te conseguia ver, diz a mulher invisível”. “When We Meet Again (Introduced as Friends)” é um filme que é construído pelo espectador, uma performance de um-para-um, uma experiência sensual e bizarra entre ti e o teu amigo invisível. É uma viagem sem o sentido da visão, através de encontros mediados pela tecnologia, onde és dirigido pelo que ouves à tua volta, apesar de saberes que aquilo não existe verdadeiramente.
Como um filme em tempo real, esta peça é uma reflexão sobre a forma como a tecnologia audiovisual molda as interacções humanas e sociais e sobre a função (e disfunção) do corpo nestes tempos inundados pelos meios de comunicação.
Eis excertos e as correspondentes “explicações” do criador :
Foi este o vídeo feito para a sua divulgação :
Com curadoria de Emanuel Cameira, reúne uma vintena de fotografias a preto e branco da autoria de José Francisco Azevedo (à esquerda) (com um corpus de trabalho iniciado essencialmente desde finais da década de 80) e cerca de trinta a cores, da autoria de Ruth Rosengarten (à direita), artista radicada há onze anos em Inglaterra e dirigindo presentemente a sua prática criativa mais para os domínios da fotografia e do desenho.
O objecto desdobrável Fracções, numa tiragem de 250 exemplares, estará disponível aquando da inauguração.
Diz a curadora : “Se no caso de Ruth Rosengarten importa destacar a singular ocasião destas suas fotografias serem expostas pela primeira vez em Portugal, no caso de José Francisco Azevedo é a oportunidade de rever o trabalho de um fotógrafo que permaneceu afastado dos circuitos expositivos durante a última década”.
(para as razões desta nova forma de Agenda ler aqui ; consultar a agenda de Domingo aqui )


