por Rui Oliveira
Francisco António de Almeida (c.1702–1755?) Bel Piacer è la Vendetta – (Il Trionfo d’amore)
P. António Avondano (1714 – 1782) Una donna come me – (Il mondo della Luna)
Policarpo José da Silva (1745–1805?) Se tu non vedi tutto il cor mio – (Cantata La Danza)
João de Sousa Carvalho (1745–1798) Padre m’ascolta, oh Dio – ária de Penelope (Penelope nella partenza di Sparta)
João Cordeiro da Silva (1769–1788) Natal di Giove (cena de Melite e Amaltea)
Marcos Portugal (1762–1830) É coisa mui gostosa – Cavatina (O disfarce venturoso)
Mostramo-vos esta última ária interpretada por Ariana Russo acompanhada por Pedro Vieira de Almeida a quando, em Março último, do lançamento do número da “Glosas” dedicado a Marcos Portugal :
Quanto a outras actividades, nomeadamente as destinadas a Domingos em Família, lembramos que se reiniciou no Castelo de São Jorge o programa “Artes Bélicas no Castelo”, com entrada gratuita para os residentes em Lisboa.
O Serviço Educativo do Castelo de São Jorge (por inscrição prévia) elucida ainda sobre armas e armaduras de várias épocas: do gládio romano ao montante, da falcata lusitana ao machado bico de corvo, do enorme escudo da legião ao mínimo targe, bem como os seus usos e a evolução da eterna luta entre arma versus a melhor armadura.
Por último, de entre as exposições cujo encerramento se aproxima (o que aqui nos comprometemos de alertar), há duas a assinalar.
Estas “Fantasias Mecânicas”, de Diego Gilardi, um especialista em bonecos para teatro cinema e televisão, apresentam-nos cerca de vinte construções mecânicas de dragões, dinossauros, mosquitos, robots ou até mãos e olhos. Quem visitar a mostra poderá mesmo manipular com as suas próprias mãos estas marionetas e fazê-las andar, agarrar coisas (e mesmo mover as sobrancelhas!).
Um vídeo em espanhol reproduz alguns destes aspectos :
“Pureza”, que é o nome da estátua de mármore imagem de marca daquela Água, propõe uma viagem até ao futuro através de obras de oito autores portugueses – Siza Vieira, João Luís Carrilho da Graça, Joana Vasconcelos (foto à dir.), João Louro, Fernando Brízio, Miguel Vieira Baptista, Jorge Silva (foto à esq.)e Ricardo Mealha − que projectaram a Água de Luso para daqui a cento e sessenta anos, através de uma interpretação livre do património simbólico e histórico desta.
De salientar que todas as peças irão ser leiloadas e o valor da venda reverterá para o programa de prevenção nacional da sida em meio escolar (através da associação Abraço).
(para as razões desta nova forma de Agenda ler aqui ; consultar a agenda de Sexta aqui)


