por Rui Oliveira
Entre os prémios e congratulações, constam um “Primeiro Prémio” no Gateano Zinetti International Prize, vencedores da categoria de “solista” no Concours National Permanent des Jeunesses Musicales d’Espagne, entre muitos outros prémios ao nível nacional e internacional, tendo um total de mais de 28 albuns editados, todos favoravelmente acolhidos pela crítica.
Neste programa irão tocar de :
Gaspar Cassadó – Trio I. Allegro risoluto ; II. Tempo moderato ; III. Recitativo moderato ed appassionato Claude Debussy – Piano Trio in G minor I. Andantino Con Moto Allegro ; II. Moderato Con Allegro ; III. Andante Espressivo ; IV. Appassionato
Marc-André Dalbavie – Trio
É este abaixo o vídeo promocional da sua editora Destaka − quem queira ouvi-los (num registo pior) tocando o 3º andamento da peça de Cassadó do programa clique aqui : http://youtu.be/hGelAGy3UQ0
Na mesma Terça-feira 19 de Fevereiro há na Sala dos Espelhos do Palácio Foz, às 18h30, por iniciativa do Instituto Italiano de Cultura e com entrada livre, um Recital de Trompete e Piano pelo Duo Mauro Maur (trompete) / Françoise de Clossey (piano) que eles intitularam “Dagli Spaghetti Western al Sogno Felliniano”.
Por outro lado, temos uma reputada pianista italo-canadiana que actuou em Festivais internacionais como as London Promenades, as Semanas Musicais do Mónaco bem como no Kunsthalle do Mónaco, no Teatro da Ópera de Roma, no Conservatório de Moscovo, entre outros; Françoise de Clossey também recebeu o “Prémio Oder à Carreira”, além do “Prémio Internacional Beato Angelico”.
Ambos irão tocar obras de Morricone, Piovani, Piccioni, Rota.
Ouçamo-los, acompanhados de orquestra, na execução do celebrado tema de Morricone “Per un pugno di dollari” :
Tem lugar na Bibloteca do Goethe-Institut (Campo dos Mártires da Pátria, nº 37), às 19h, e nesta data, setenta anos depois da morte dos irmãos Sophie e Hans Scholl, o Kellerkino presta a sua homenagem ao movimento de estudantes “Rosa Branca”.
Sinopse : Munique, 1943. Hitler está a devastar a Europa. Um grupo de jovens universitários recorre à resistência passiva para combater os nazis, formando o movimento Rosa Branca. Sophie Scholl é a única mulher do grupo. Presos por distribuir panfletos, são condenados à morte e executados no mesmo dia.
Este é o filme-anúncio, a par dum excerto relativo ao “julgamento” dos dois jóvens :
Adenda histórica :
Os panfletos que elaboraram e que começaram a ser distribuídos nas caixas de correio de intelectuais dos grandes centros na Baviera e na Áustria, condenavam a opressão intelectual pelos nazis e advogavam a resistência passiva contra a guerra. Os textos revelavam o alto nível cultural de seus redactores e apelavam a valores religiosos (nos quatro primeiros panfletos, distribuídos entre 27 de junho e 12 de julho de 1942, foram usados em profusão trechos apocalípticos da Bíblia).
Willi Graf, Alexander Schmorell e Hans Scholl passaram a noite pichando Abaixo Hitler e Liberdade nas paredes da universidade e de prédios vizinhos. O grupo “Rosa Branca” aproveitou a ocasião, publicando um novo panfleto. A estratégia era redigir os textos em máquinas de escrever, copiá-los e enviá-los pelo correio a partir de várias cidades diferentes.
Descobertos quando lançavam suas mensagens nos corredores do prédio principal da Universidade de Munique, os irmãos Hans e Sophie Scholl foram presos pela Gestapo.
Junto com Christoph Probst, foram julgados no dia 22 do mesmo mês. Em pouco mais de três horas de julgamento, foram condenados à morte e executados no mesmo dia. Os demais membros do grupo de resistência “Rosa Branca” de Munique foram executados após julgamentos sumários, entre Abril e Outubro de 1943.
As palestras desencadeadoras do debate final vão de “Um anel para todos dominar” (Nuno Simões Rodrigues, 10h) e “Lothlórien e outras florestas” (José Varandas, 10h30) até “Buscar o medievo em Tolkien” (Pedro Gomes Barbosa, 16h30) e “Uma Mitologia para Inglaterra” (Angélica Varandas, 17h).
O Seminário decorrerá no Anfiteatro III da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa das 9h30 às 18h30, com entrada livre.
(para as razões desta nova forma de Agenda ler aqui ; consultar a agenda de Domingo aqui)


