Betty Friedan (Betty Naomi Goldstein) escreveu The Feminine Mystique há cinquenta anos. Este livro é geralmente considerado como o marco para a segunda grande vaga do feminismo, iniciada na década de 1960, que lançou uma grande reflexão sobre o papel das mulheres na sociedade, ligando os aspectos culturais e políticos, e debatendo temas
Quem quiser aprofundar mais esta controvérsia poderá fazê-lo lendo o artigo de Julia M. Klein, no jornal The Nation, intitulado Unreal Choices: On The Feminine Mystique.
Ver o endereço:
