Fomos ver MAIS VALE RIR DO QUE CHORAR, do INTERVALO TEATRO
A primeira chama-se O Chefe É Um Gajo Porreiro (Le Comissaire Est Bon Enfant), de Georges Courteline (1858-1829), nome artístico de Georges Victor Marcel Moinaux, autor satírico francês, nascido em Tours, mas que viveu quase
A segunda foi intitulada Não Andes Nua Pela Casa (Mais Ne Te Promène Donc Pas Toute Nue!), de Georges Feydeau (1862 – 1921), nome artístico de Georges Léon Jules Marie Feydeau. Este dramaturgo escreveu grande número de
Estas duas peças estreiam-se durante a Belle Époque, período de grande ascensão e predomínio da classe burguesa. Pode-se até fazer um pouco o contraste entre as duas partes, Na primeira, em que se apresenta a obra de Courteline, temos a crítica dos procedimentos da polícia e a tentativa de mostrar a diversidade de tipos populares que existem numa grande cidade e o colorido com que nos aparecem. Na segunda, vemos como Feydeau desmonta os preconceitos e põe a ridículo os hábitos e modo de vida da alta burguesia, chegando mesmo a fazer crítica política.
A interpretação, a encenação e a realização em geral são muito bom nível. Vale a pena uma deslocação a Linda – a – Velha, ao auditório Lourdes Norberto, para apreciar o trabalho do INTERVALO GRUPO DE TEATRO.
Mais Vale Rir Do Que Chorar está em cena às Sextas e Sábados às 21h30 e Domingos às 16h00.
Com Adriana Rocha, Cristina Miranda, Fernando Tavares Marques, João José Castro, João Pinho, Diogo Santos, Joaquim Leal, Jorge Aurélio, Fábio Reis e Miguel de Almeida. Cenografia de António Casimiro, música de Carlos Alberto Moniz e direcção de Armando Caldas.
INFORMAÇÕES E RESERVAS
Intervalo – Grupo de Teatro
tel. 214 141 739
intervaloteatro@gmail.com
