No próximo sábado, dia 22 de junho, pelas 16h00, contamos com a sua presença no nosso Auditório, para assistir à exibição do documentário de Jorge Silva Melo, GRAVURA: Esta mútua aprendizagem. A sessão, que contará com a presença do realizador e argumentista, integra-se na programação paralela à Exposição A doce e ácida incisão. A Gravura em contexto (1956-2004), da responsabilidade do Museu do Neo-Realismo e da Culturgest e com curadoria de David Santos e Delfim Sardo, que poderá ainda visitar até ao próximo dia 23 de junho.
Sobre Jorge Silva Melo:
Nasceu a 7 de agosto de 1948, em Lisboa. Ator, realizador e encenador, mas também crítico de teatro e de cinema e tradutor de obras de autores consagrados, estudou na London Film School e, em 1973, fundou (com Luís Miguel Cintra) o Teatro da Cornucópia. A sua incursão no cinema dá-se em 1980, com a realização do filme Passagem – Ou a Meio Caminho, sendo de destacar ainda filmes como Ninguém Duas Vezes (1985), agosto (1988), Coitado do Jorge (1993) e António, Um Rapaz de Lisboa (2000), entre outras. Assinale-se também a sua participação como ator em filmes como Conversa Acabada, de João Botelho, A Ilha dos Amores, de Paulo Rocha, Silvestre (1982), de João César Monteiro, e O Sapato de Cetim (1985), de Manoel de Oliveira. Em 1995 funda a companhia de teatro Artistas Unidos.
Sobre o documentário GRAVURA: Esta mútua aprendizagem
Encomendado e financiado pela Caixa Geral de Depósitos, com argumento e realização de Jorge Silva Melo, o documentário GRAVURA: Esta mútua aprendizagem, apresenta-nos o historial da Gravura, a cooperativa de gravadores portugueses fundada em 1956, através de um significativo número de depoimentos – António Charrua, Bartolomeu Cid dos Santos, David de Almeida, Eduardo Nery, Fernando Calhau, Fernando Conduto, Ferreira da Silva, Guilherme Parente, Humberto Marçal, João Paiva, Joaquim Barata, Jorge Martins, Julião Sarmento, Júlio Pomar, Manuel Baptista, Manuel Torres, Maria Beatriz, Maria Gabriel, Maria Velez, Nikias Skapinakis, Paula Rego, Querubim Lapa, Rogério Ribeiro, Sérgio Pombo, Teresa Magalhães, Tereza Arriaga e Vitor Pomar. Como se pode ler no site da Artistas Unidos, o momento de criação da Gravura, constituiu-se enquanto “momento único de camaradagem, aprendizagem, intercâmbio, um momento político na História das Formas.”

