Category Archives: Belas-artes.

CARTA DE VENEZA – JOHN RUSKIN E O MITO DE VENEZA – por Vanessa Castagna

      [Veneza] jaz ainda perante o nosso olhar como era no período final da decadência: um fantasma nas areias do mar, tão frágil, tão silenciosa, tão despojada de tudo exceto da sua beleza, que por vezes, ao contemplarmos

CARTA DE VENEZA – JOHN RUSKIN E O MITO DE VENEZA – por Vanessa Castagna

      [Veneza] jaz ainda perante o nosso olhar como era no período final da decadência: um fantasma nas areias do mar, tão frágil, tão silenciosa, tão despojada de tudo exceto da sua beleza, que por vezes, ao contemplarmos

ACÁCIO DE CARVALHO – “O LIVRO ESTÁ NO AR” – INSTALAÇÃO PARA UM ESPAÇO INTERIOR na BIBLIOTECA MUNICIPAL DA MAIA – a partir de HOJE, 14 de MAIO, pelas 18 horas.

  INSTALAÇÃO DE ACÁCIO DE CARVALHO NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DA MAIA “O Livro está no ar” é uma instalação artística de Acácio de Carvalho, que contou com a colaboração de Rui Gaspar. A instalação, de 2 m x 2 m x 9

ACÁCIO DE CARVALHO – “O LIVRO ESTÁ NO AR” – INSTALAÇÃO PARA UM ESPAÇO INTERIOR na BIBLIOTECA MUNICIPAL DA MAIA – a partir de HOJE, 14 de MAIO, pelas 18 horas.

  INSTALAÇÃO DE ACÁCIO DE CARVALHO NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DA MAIA “O Livro está no ar” é uma instalação artística de Acácio de Carvalho, que contou com a colaboração de Rui Gaspar. A instalação, de 2 m x 2 m x 9

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (120)

MILHARES DE PÉTALAS A ABRIR     No alto deste morro Olhando o sol surgir Escuto atentamente o silêncio . São tão calmos Os breves momentos Da natureza a sorrir . A brisa não se ouve Nem o ralo Nem

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (120)

MILHARES DE PÉTALAS A ABRIR     No alto deste morro Olhando o sol surgir Escuto atentamente o silêncio . São tão calmos Os breves momentos Da natureza a sorrir . A brisa não se ouve Nem o ralo Nem

CÂMARA MUNICIPAL DA AMADORA – EXPOSIÇÃO na GALERIA MUNICIPAL ARTUR BUAL – HOMENAGEM INFORMAL AO PINTOR DORINDO CARVALHO – a partir de 1 de SETEMBRO de 2018 – BIOGRAFIA ANEXA – CONVITE DE PARTICIPAÇÃO

  *** BIOGRAFIA DE DORINDO CARVALHO   Biografia Dorindo Carvalho nasceu em Lisboa a 30 de Setembro de 1937. Em1952/58, trabalhou em fotografia e cursou a Escola de Artes Decorativas António Arroio. Em1958/60, cumpriu o serviço militar e de1961/63 foi mobilizado

CÂMARA MUNICIPAL DA AMADORA – EXPOSIÇÃO na GALERIA MUNICIPAL ARTUR BUAL – HOMENAGEM INFORMAL AO PINTOR DORINDO CARVALHO – a partir de 1 de SETEMBRO de 2018 – BIOGRAFIA ANEXA – CONVITE DE PARTICIPAÇÃO

  *** BIOGRAFIA DE DORINDO CARVALHO   Biografia Dorindo Carvalho nasceu em Lisboa a 30 de Setembro de 1937. Em1952/58, trabalhou em fotografia e cursou a Escola de Artes Decorativas António Arroio. Em1958/60, cumpriu o serviço militar e de1961/63 foi mobilizado

PRIMEIRO DE MAIO – “Requiem” – por Carlos Loures

Publicado originalmente em A Viagem dos Argonautas:
O monstro agoniza, o hálito apodrece,roubando à  primavera o claro rosto,a carne canceriza e a mão estremece,mas mata, mata sempre o seu punhal,pois quer como sudário o próprio mundo.Moribundo o chacal, com o grito…

PRIMEIRO DE MAIO – “Requiem” – por Carlos Loures

Publicado originalmente em A Viagem dos Argonautas:
O monstro agoniza, o hálito apodrece,roubando à  primavera o claro rosto,a carne canceriza e a mão estremece,mas mata, mata sempre o seu punhal,pois quer como sudário o próprio mundo.Moribundo o chacal, com o grito…

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (119)

  SEDUÇÃO     Quero seduzir-te Fazer-te parte de mim E levar-te por bons e por maus caminhos, Quero usar as minhas ironias Apreciar as tuas graças E utilizar a subtileza das palavras, Mas, nada. Fico à espera de uma

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (119)

  SEDUÇÃO     Quero seduzir-te Fazer-te parte de mim E levar-te por bons e por maus caminhos, Quero usar as minhas ironias Apreciar as tuas graças E utilizar a subtileza das palavras, Mas, nada. Fico à espera de uma

CARTA DE VENEZA – MATERIALIDADE E METAMORFOSE EM JOAN MIRÓ – por Vanessa Castagna

No passado dia 10 de março abriu ao público, na vizinha cidade de Pádua, a exposição Joan Miró: Materialità e Metamorfosi, que reúne oitenta e cinco obras do célebre artista surrealista catalão, nascido em Barcelona em 1893 e falecido em

CARTA DE VENEZA – MATERIALIDADE E METAMORFOSE EM JOAN MIRÓ – por Vanessa Castagna

No passado dia 10 de março abriu ao público, na vizinha cidade de Pádua, a exposição Joan Miró: Materialità e Metamorfosi, que reúne oitenta e cinco obras do célebre artista surrealista catalão, nascido em Barcelona em 1893 e falecido em

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (118)

QUANDO ESCREVO, NÃO ENVELHEÇO .   . Quando escrevo Não envelheço Olho os livros que enchem a casa Respiro o tempo e as palavras Que não mereço Olvido os nomes e as datas Que alguma vez tenha dito Torno presente

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (118)

QUANDO ESCREVO, NÃO ENVELHEÇO .   . Quando escrevo Não envelheço Olho os livros que enchem a casa Respiro o tempo e as palavras Que não mereço Olvido os nomes e as datas Que alguma vez tenha dito Torno presente

DIÁSPORA. GARCÍA DE RESENDE DE ÉVORA, IMPRESIONANTE “TEATRO A LA ITALIANA”, por Moisés Cayetano Rosado

Junto a los de San Carlos y el Coliseo de Lisboa, el Teatro García de Resende de Évora es uno de los más representativos en Portugal de los “teatros a la italiana”: de escenario separado por el arco del proscenio

DIÁSPORA. GARCÍA DE RESENDE DE ÉVORA, IMPRESIONANTE “TEATRO A LA ITALIANA”, por Moisés Cayetano Rosado

Junto a los de San Carlos y el Coliseo de Lisboa, el Teatro García de Resende de Évora es uno de los más representativos en Portugal de los “teatros a la italiana”: de escenario separado por el arco del proscenio

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (117)

  CHOVIA . . Da chuva Nada te guardava Ou protegia, Nem o teu olhar vazio Que nada mudava Nem o teu sorriso triste Que o meu olhar via. Tudo te molhava, O teu olhar perdido O teu andar esguio

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (117)

  CHOVIA . . Da chuva Nada te guardava Ou protegia, Nem o teu olhar vazio Que nada mudava Nem o teu sorriso triste Que o meu olhar via. Tudo te molhava, O teu olhar perdido O teu andar esguio