Category Archives: Belas-artes.

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (136)

. NO SUAVE ARDOR DA LUTA .  . No suave ardor da luta Começo a ser ave E a querer voar. As mãos em concha, O orvalho, A batuta, O sangue das framboesas, A sede de te amar. . Subo

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (136)

. NO SUAVE ARDOR DA LUTA .  . No suave ardor da luta Começo a ser ave E a querer voar. As mãos em concha, O orvalho, A batuta, O sangue das framboesas, A sede de te amar. . Subo

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (135)

. CONSERVADOS EM SAL-GEMA . . Se me acontece escrever Pensamentos, ideias, palavras movediças e soltas E com eles formar versos, e mais tarde um poema Só eles, os versos, sabem o que me querem dizer, Que caminho me indicam,

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (135)

. CONSERVADOS EM SAL-GEMA . . Se me acontece escrever Pensamentos, ideias, palavras movediças e soltas E com eles formar versos, e mais tarde um poema Só eles, os versos, sabem o que me querem dizer, Que caminho me indicam,

CARTA DE VENEZA – ERMITAGE EM VENEZA – por Vanessa Castagna

Há mais um elemento a fortalecer a ligação entre Veneza e a arte, graças à inauguração no passado dia 17 de dezembro da nova sede de Ermitage Italia, nas Procuratie Vecchie, na Praça de São Marcos. A sede constitui-se como

CARTA DE VENEZA – ERMITAGE EM VENEZA – por Vanessa Castagna

Há mais um elemento a fortalecer a ligação entre Veneza e a arte, graças à inauguração no passado dia 17 de dezembro da nova sede de Ermitage Italia, nas Procuratie Vecchie, na Praça de São Marcos. A sede constitui-se como

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (134)

DESENHO UM MAPA . . Desenho um mapa De lugares vazios Na incessante procura Da minha verdade Mareio por versos e rimas Em poemas perdidos Com os olhos bem abertos No meio da claridade. . Cego de tanta luz Com

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (134)

DESENHO UM MAPA . . Desenho um mapa De lugares vazios Na incessante procura Da minha verdade Mareio por versos e rimas Em poemas perdidos Com os olhos bem abertos No meio da claridade. . Cego de tanta luz Com

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (133)

OLHAMO-NOS COM AMOR   Olhamo-nos com amor Com olhos meigos, de quem gosta De quem se vai gostando. Cabia-nos rir Ou chorar com fervor A dor imposta. Chorando, Preferimos rir Para deitar fora a dor Que faz a vida descomposta.

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (133)

OLHAMO-NOS COM AMOR   Olhamo-nos com amor Com olhos meigos, de quem gosta De quem se vai gostando. Cabia-nos rir Ou chorar com fervor A dor imposta. Chorando, Preferimos rir Para deitar fora a dor Que faz a vida descomposta.

OS “SALÕES DO VIDRO” DE MURANO – POR ANNA ROSA SCRITTORI – tradução de MANUEL SIMÕES

  Em Murano, centro prestigioso da arte do vidro, as mais importantes fábricas do sector – Venini, Vistosi, Moretti -, por causa da competição internacional (sobretudo chinesa) tiveram que abrandar ou interromper a produção daqueles objectos artísticos em vidro –

OS “SALÕES DO VIDRO” DE MURANO – POR ANNA ROSA SCRITTORI – tradução de MANUEL SIMÕES

  Em Murano, centro prestigioso da arte do vidro, as mais importantes fábricas do sector – Venini, Vistosi, Moretti -, por causa da competição internacional (sobretudo chinesa) tiveram que abrandar ou interromper a produção daqueles objectos artísticos em vidro –

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (132)

Tão tão, tem tem     Nasceu pobre e sem vintém E viveu à procura de alguém Ela, que nasceu como convém. . Nasceu rico e com tostão E viveu a fugir da razão Ele, a quem chamavam João. .

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (132)

Tão tão, tem tem     Nasceu pobre e sem vintém E viveu à procura de alguém Ela, que nasceu como convém. . Nasceu rico e com tostão E viveu a fugir da razão Ele, a quem chamavam João. .

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (131)

REFLEXÃO     A cadeira de lona Convida à reflexão O café fumegante Desperta os sentidos O sol, no seu ocaso, Fala de amor Antes da chegada dos ventos frios. O ar salgado do mar Cheira a relva Acabada de

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (131)

REFLEXÃO     A cadeira de lona Convida à reflexão O café fumegante Desperta os sentidos O sol, no seu ocaso, Fala de amor Antes da chegada dos ventos frios. O ar salgado do mar Cheira a relva Acabada de