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MOVIMENTO PARA A DEMOCRATIZAÇÃO DO REGIME APELA À RESPONSABILIDADE DOS PARTIDOS

MDR3

Comunicado

MOVIMENTO PARA A DEMOCRATIZAÇÃO DO REGIME APELA À RESPONSABILIDADE DOS PARTIDOS

É imperativo que o espírito de salvação nacional se sobreponha à lógica partidária e que desta crise resulte uma reforma eleitoral que possibilite a candidatura ao Parlamento de grupos de cidadãos independentes.

A comunicação ao País feita pelo Presidente da República, ontem, 10 de Julho, veio abrir um novo quadro de possibilidades de evolução positiva da situação política em Portugal. Rejeitou a refundação governamental proposta pela actual coligação, mas ao mesmo tempo rejeitou a ideia de eleições antecipadas imediatas sem se ter em conta a situação crítica do País perante os seus compromissos internacionais.

 Por outro lado, considerou esgotada a actual legislatura, razão pela qual esta não deve ir além de Junho de 2014, altura em que termina o actual acordo de assistência financeira.

 Contudo, dados os tremendos desafios que Portugal tem ainda que enfrentar mesmo depois da Troika, o Presidente da República considera, e a nosso ver bem, que não bastam eleições legislativas e uma mudança de governo para que o País reúna o melhor de si e se mobilize para os desafios que tem pela frente. Por essa razão considerou da maior importância que os três maiores partidos, o PSD, o PS e o CDS, demonstrem a capacidade e a vontade de construir um compromisso político de salvação nacional para que o próximo governo possa ter uma base de apoio mais forte e ser mais credível e mobilizador para os portugueses.

  O MDR- Movimento para a Democratização do Regime não pode deixar de manifestar o seu acordo com esta posição do Senhor Presidente da República, uma vez que ela é a que abre maiores possibilidades de uma evolução mais consistente do quadro político nacional.

 Neste sentido, o MDR apela aos portugueses para que pressionem os partidos, particularmente o PSD, o PS e o CDS, e às direcções partidárias respectivas, no sentido de trabalharem com lealdade, inteligência e competência para honrar as responsabilidades assumidas pelo Estado português, e promoverem o crescimento económico e o emprego e evitando maiores tragédias sociais.

 Se os líderes partidários não o fizerem, e se continuarem a contribuir para o desgaste das energias nacionais, para o agravamento dos sacrifícios dos portugueses sem uma finalidade compreensível, se continuarem a privilegiar as suas agendas autárquicas, nacionais ou europeias, colocando os seus interesses e os interesses de sectores privilegiados da sociedade acima dos interesses da Nação, então só poderão merecer a censura severa dos portugueses que se manifestará da forma que estes escolherem, designadamente através do voto em próximas eleições.

 O MDR entende que este momento político não deve ser visto apenas como uma questão de substituição de governo, mas aproveitado para início de um processo de modernização e reforma do funcionamento do sistema político, pelo que se empenhará em dar o seu contributo para uma evolução positiva da actual situação política, mas a pensar igualmente na própria democratização do regime pela qual se bate este Movimento.

 A Comissão Coordenadora do MDR

 António Gomes Marques – agomesmarques@gmail.com – 96 502 15 81

Carlos Cerqueira – carlos.cerqueira@ibercargalicia.es – 96 709 52 51

Carlos M. G. L. Teixeira – starkhyel@gmail.com – 91 412 17 70

Clarisse Aurora Marques – clarisse.a.marques@gmail.com – 96 124 96 09

Eduardo Correia – edbcor@me.com – 93 283 07 34

Henrique Neto – netohenrique8@gmail.com – 96 283 07 34

Joao Pedro Pereira -joao.pereira@gmail.com – 91 234 63 16

Joaquim Ventura Leite – venturaleite@gmail.com – 96 954 34 88

José Vieira da Cunha – jantoniovieiradacunha@gmail.com – 96 386 63 87 / 92 678 95 89

Rómulo Machado – romulo.mcd@gmail.com – 91 955 53 15

Tiago Serras Rodrigues – tiago.serras@gmail.com – 91 234 73 84

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