POESIA AO AMANHECER – 274 – por Manuel Simões carlosloures 13 anos ago JOÃO MIGUEL FERNANDES JORGE ( 1943 ) O QUE ME FAZ ESCREVER ESTE POEMA O que me faz escrever este poema não são as coisas: terra céu astros. A saber: estendo a mão: e o mundo reconhece-a encontra a memória onde repousa e se transforma. Pequena questão de valor cósmico. Insisto: elo que liga bruma e fumo felicidade de imagens nome inamistoso. Não sonho palavra sonho barco. Imóvel aprendo a não esquecer: aspecto mineral do corpo um destino de mica qualquer coisa que não cessa de bater. (de “Vinte e Nove Poemas”) Poeta e ensaísta. Da sua obra poética assinalam-se: “Sob Sobre Voz” (1971), “Turvos Dizeres” (1973), “Meridional” (1976), “Vinte e Nove Poemas” (1978), “O Roubador de Água” (1981), “A Beira do Mar de Junho” (1982), “A Flor da Rosa” (2000). Share this: Share on Facebook (Opens in new window) Facebook Share on X (Opens in new window) X Share on LinkedIn (Opens in new window) LinkedIn Share on WhatsApp (Opens in new window) WhatsApp Email a link to a friend (Opens in new window) Email More Print (Opens in new window) Print POESIA AO AMANHECER (29) – por Manuel SimõesDate4 de Setembro de 2012In relation toGeralPOESIA AO AMANHECER – 49 – por Manuel SimõesDate2 de Outubro de 2012In relation toGeralPOESIA AO AMANHECER – 46 – por Manuel SimõesDate27 de Setembro de 2012In relation toGeral