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IAC – CORREIO – 3. “POBREZA NÃO PAGA A DÍVIDA, RENEGOCIAÇÃO JÁ! – INTERVENÇÃO DE APRESENTAÇÃO DA CAMPANHA – 4. ASSINAR A PETIÇÃO “POBREZA NÃO PAGA A DÍVIDA, RENEGOCIAÇÃO JÁ!”

3. “Pobreza não paga a dívida, Renegociação já! – Intervenção de apresentação da Campanha

O presente e o futuro do nosso país estão a ser postos em causa em nome de uma dívida, cujo pagamento envolve custos ética e socialmente inaceitáveis.
É responsabilidade do Estado e dos cidadãos tomar todas as medidas necessárias para libertar o país e a sociedade desta grave situação de espiral recessiva em que Portugal mergulhou, provocada pela austeridade e o sufocante serviço da dívida.
A renegociação da dívida pública, se necessário acompanhada de uma moratória ao seu serviço, é hoje reconhecida por diversos quadrantes na sociedade portuguesa como uma necessidade inadiável. O Estado Português tem de assumir as suas responsabilidades e abrir um processo de renegociação com todos os credores, incluindo a União Europeia, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Central Europeu.
A sociedade portuguesa deve mobilizar-se para este processo.
Mais informações em http://pobrezanaopagaadivida.info/

(O lançamento desta campanha teve lugar no Cinema São Jorge, a 29 de Maio de 2013)

[vídeo de ana nicolau]

4. Assinar a petição “Pobreza não paga a dívida, Renegociação já!”

Petição

A austeridade não resolve, antes agrava o problema do endividamento. Depois de sucessivos cortes e confiscos, retrocessos sociais, alienação de recursos, o que temos é uma dívida em permanente crescimento com juros sempre a somar. É urgente renegociar a dívida pública.

O presente e o futuro do nosso país estão a ser postos em causa em nome de uma dívida, cujo pagamento envolve custos ética e socialmente inaceitáveis.

É responsabilidade do Estado e dos cidadãos tomar todas as medidas necessárias para libertar o país e a sociedade desta grave situação de espiral recessiva em que Portugal mergulhou, provocada pela austeridade e o sufocante serviço da dívida.

A renegociação da dívida pública, se necessário acompanhada de uma moratória ao seu serviço, é hoje reconhecida por diversos quadrantes na sociedade portuguesa como uma necessidade inadiável. O Estado Português tem de assumir as suas responsabilidades e abrir um processo de renegociação com todos os credores, incluindo a União Europeia, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Central Europeu.

A renegociação, a ser desencadeada pelo Estado Português, deve ser entendida como uma afirmação de vontade e de soberania democráticas e ditada pela defesa do interesse nacional. A sociedade portuguesa deve mobilizar-se para este processo.

Nesse sentido, os cidadãos abaixo assinados instam a Assembleia da República a:

Pode descarregar a Petição para recolha de assinaturas em papel AQUI.

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