Category Archives: Economia

A AMÉRICA LATINA SOB O FOGO DO NEOLIBERALISMO, SOB A PRESSÃO DA AUSTERIDADE – VIII – O ACORDO DA ARGENTINA COM O FMI: A AUSTERIDADE EXPANSIONISTA FUNCIONARÁ? – por MARK WEISBROT e LARA MERLING – parte II

  Argentina’s Deal with the IMF: Will “Expansionary Austerity, por Mark Weisbrot e Lara Merling* CEPR, 18 de Dezembro de 2018 Selecção e tradução de Júlio Marques Mota (conclusão)   A sustentabilidade da dívida e o programa do FMI  

A AMÉRICA LATINA SOB O FOGO DO NEOLIBERALISMO, SOB A PRESSÃO DA AUSTERIDADE – VIII – O ACORDO DA ARGENTINA COM O FMI: A AUSTERIDADE EXPANSIONISTA FUNCIONARÁ? – por MARK WEISBROT e LARA MERLING – parte II

  Argentina’s Deal with the IMF: Will “Expansionary Austerity, por Mark Weisbrot e Lara Merling* CEPR, 18 de Dezembro de 2018 Selecção e tradução de Júlio Marques Mota (conclusão)   A sustentabilidade da dívida e o programa do FMI  

A AMÉRICA LATINA SOB O FOGO DO NEOLIBERALISMO, SOB A PRESSÃO DA AUSTERIDADE – VIII – O ACORDO DA ARGENTINA COM O FMI: A AUSTERIDADE EXPANSIONISTA FUNCIONARÁ? – por MARK WEISBROT e LARA MERLING – parte I

        Argentina’s Deal with the IMF: Will “Expansionary Austerity, por Mark Weisbrot e Lara Merling* CEPR, 18 de Dezembro de 2018 Selecção e tradução de Júlio Marques Mota Conteúdo Sumário ……………………………………………………………………………………….. Introdução …………………………………………………………………………………… O programa do FMI

A AMÉRICA LATINA SOB O FOGO DO NEOLIBERALISMO, SOB A PRESSÃO DA AUSTERIDADE – VIII – O ACORDO DA ARGENTINA COM O FMI: A AUSTERIDADE EXPANSIONISTA FUNCIONARÁ? – por MARK WEISBROT e LARA MERLING – parte I

        Argentina’s Deal with the IMF: Will “Expansionary Austerity, por Mark Weisbrot e Lara Merling* CEPR, 18 de Dezembro de 2018 Selecção e tradução de Júlio Marques Mota Conteúdo Sumário ……………………………………………………………………………………….. Introdução …………………………………………………………………………………… O programa do FMI

O Problema Alemão. Por Heiner Flassbeck

Seleção e tradução de Francisco Tavares   O Problema Alemão  Por Heiner Flassbeck Editado por  em 4 de outubro de 2019 (ver aqui) Originalmente editado em alemão em Makroskop Traduzido para inglês e editado por BRAVE NEW EUROPE O mundo

O Problema Alemão. Por Heiner Flassbeck

Seleção e tradução de Francisco Tavares   O Problema Alemão  Por Heiner Flassbeck Editado por  em 4 de outubro de 2019 (ver aqui) Originalmente editado em alemão em Makroskop Traduzido para inglês e editado por BRAVE NEW EUROPE O mundo

A Galiza como tarefa – mármore – Ernesto V. Souza

Há bastantes anos, uns 20, calculo, a pouco de vir viver a Valladolid, topei, passeando as ruas, uma boa livraria de segunda mão, dirigida por um ativo moço, um bocadinho mais velho do que eu era daquela. Foi, conste, um

A Galiza como tarefa – mármore – Ernesto V. Souza

Há bastantes anos, uns 20, calculo, a pouco de vir viver a Valladolid, topei, passeando as ruas, uma boa livraria de segunda mão, dirigida por um ativo moço, um bocadinho mais velho do que eu era daquela. Foi, conste, um

Como tributar uma multinacional. Por Jayati Ghosh

Seleção e tradução de Francisco Tavares Agradecemos a Project Syndicate e a Jayati Ghosh a permissão para a publicação do presente texto   Como tributar uma multinacional  Por Jayati Ghosh Editado por  em 15 de abril de 2019 (ver aqui)

Como tributar uma multinacional. Por Jayati Ghosh

Seleção e tradução de Francisco Tavares Agradecemos a Project Syndicate e a Jayati Ghosh a permissão para a publicação do presente texto   Como tributar uma multinacional  Por Jayati Ghosh Editado por  em 15 de abril de 2019 (ver aqui)

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 8º Texto – Alemanha: Um texto final, um texto de síntese. Parte VIII

(Fritz W. Scharpf, 18 de Fevereiro de 2018)

Até à data, o Governo alemão tem resistido a todas as exigências de uma redução substancial dos excedentes de exportação excessivos — e a Comissão ainda não optou por iniciar as medidas corretivas que estão disponíveis ao abrigo do atual Procedimento relativo aos Desequilíbrios. Além disso, não há propostas na atual agenda europeia para um regime simétrico do euro que conduza à convergência na zona euro, exigindo ajustamentos estruturais correspondentes nas economias políticas do Norte. A relutância da Comissão em desafiar a posição alemã é amplamente atribuída a considerações de viabilidade política, e a obstinação do governo parece ser totalmente explicada pelo interesse económico próprio, combinado com o seu poder de negociação assimétrico nas interações europeias (Iversen, Soskice e Hope 2016).

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 8º Texto – Alemanha: Um texto final, um texto de síntese. Parte VIII

(Fritz W. Scharpf, 18 de Fevereiro de 2018)

Até à data, o Governo alemão tem resistido a todas as exigências de uma redução substancial dos excedentes de exportação excessivos — e a Comissão ainda não optou por iniciar as medidas corretivas que estão disponíveis ao abrigo do atual Procedimento relativo aos Desequilíbrios. Além disso, não há propostas na atual agenda europeia para um regime simétrico do euro que conduza à convergência na zona euro, exigindo ajustamentos estruturais correspondentes nas economias políticas do Norte. A relutância da Comissão em desafiar a posição alemã é amplamente atribuída a considerações de viabilidade política, e a obstinação do governo parece ser totalmente explicada pelo interesse económico próprio, combinado com o seu poder de negociação assimétrico nas interações europeias (Iversen, Soskice e Hope 2016).

O nosso conjunto de ferramentas económicas que tem vindo a encolher-se. Por Jayati Ghosh

Seleção e tradução de Francisco Tavares Agradecemos a Project Syndicate e a Jayati Ghosh a permissão para a publicação do presente texto   O nosso conjunto de ferramentas económicas que tem vindo a encolher-se  Por Jayati Ghosh Editado por  em

O nosso conjunto de ferramentas económicas que tem vindo a encolher-se. Por Jayati Ghosh

Seleção e tradução de Francisco Tavares Agradecemos a Project Syndicate e a Jayati Ghosh a permissão para a publicação do presente texto   O nosso conjunto de ferramentas económicas que tem vindo a encolher-se  Por Jayati Ghosh Editado por  em

INFORMAÇÃO 6/2019 AOS BENEFICIÁRIOS DA ADSE – A SUSTENTABILIDADE DA ADSE E A AUDITORIA DO TRIBUNAL DE CONTAS – por EUGÉNIO ROSA

https://www.tcontas.pt/pt-pt/ProdutosTC/Relatorios/RelatoriosAuditoria/Documents/2019/rel022-2019-2s.pdf “A ADSE É VIÁVEL, DESDE QUE OS ATUAIS RESPONSÁVEIS PELA SUA CONTINUIDADE, CONSELHO DIRETIVO E MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DE SAÚDE, ADOTEM MEDIDAS” afirma o Tribunal de Contas A DESPESA NA ADSE JÁ NÃO ESTÁ A CRESCER A 8%

INFORMAÇÃO 6/2019 AOS BENEFICIÁRIOS DA ADSE – A SUSTENTABILIDADE DA ADSE E A AUDITORIA DO TRIBUNAL DE CONTAS – por EUGÉNIO ROSA

https://www.tcontas.pt/pt-pt/ProdutosTC/Relatorios/RelatoriosAuditoria/Documents/2019/rel022-2019-2s.pdf “A ADSE É VIÁVEL, DESDE QUE OS ATUAIS RESPONSÁVEIS PELA SUA CONTINUIDADE, CONSELHO DIRETIVO E MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DE SAÚDE, ADOTEM MEDIDAS” afirma o Tribunal de Contas A DESPESA NA ADSE JÁ NÃO ESTÁ A CRESCER A 8%

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 8º Texto – Alemanha: Um texto final, um texto de síntese. Parte VII

(Fritz W. Scharpf, 18 de Fevereiro de 2018)

Por conseguinte, é legítimo perguntar por que razão a Comissão não reclassificou a Alemanha como estando numa situação de “desequilíbrios macroeconómicos excessivos” – o que, em princípio, poderia também permitir ativar a “vertente corretiva” do procedimento relativo aos desequilíbrios? Uma explicação pode ser o poder de negociação alemão. Mas também se pode perguntar se um governo alemão mais conforme teria a capacidade de eliminar o excedente comercial, ou se uma Comissão Europeia mais corajosa poderia especificar e aplicar medidas corretivas que permitiriam uma convergência simétrica da economia alemã para a média da área do euro.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 8º Texto – Alemanha: Um texto final, um texto de síntese. Parte VII

(Fritz W. Scharpf, 18 de Fevereiro de 2018)

Por conseguinte, é legítimo perguntar por que razão a Comissão não reclassificou a Alemanha como estando numa situação de “desequilíbrios macroeconómicos excessivos” – o que, em princípio, poderia também permitir ativar a “vertente corretiva” do procedimento relativo aos desequilíbrios? Uma explicação pode ser o poder de negociação alemão. Mas também se pode perguntar se um governo alemão mais conforme teria a capacidade de eliminar o excedente comercial, ou se uma Comissão Europeia mais corajosa poderia especificar e aplicar medidas corretivas que permitiriam uma convergência simétrica da economia alemã para a média da área do euro.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 8º Texto – Alemanha: Um texto final, um texto de síntese. Parte VI

(Fritz W. Scharpf, 18 de Fevereiro de 2018)

O regime institucional da UEM – a independência política do BCE e o seu mandato para assegurar a estabilidade de preços em relação a outras preocupações, as regras de Maastricht que proíbem o financiamento monetário do Estado e o salvamento de Estados Membros em dificuldades financeiras e o Pacto de Estabilidade – refletiram em grande medida a preocupação do povo alemão, das suas elites, dos economistas monetários e do Tribunal Constitucional (Bundesverfassungsgericht, BVerfG 994; Joerges 2015) com a estabilidade de preços e com as finanças públicas sólidas.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 8º Texto – Alemanha: Um texto final, um texto de síntese. Parte VI

(Fritz W. Scharpf, 18 de Fevereiro de 2018)

O regime institucional da UEM – a independência política do BCE e o seu mandato para assegurar a estabilidade de preços em relação a outras preocupações, as regras de Maastricht que proíbem o financiamento monetário do Estado e o salvamento de Estados Membros em dificuldades financeiras e o Pacto de Estabilidade – refletiram em grande medida a preocupação do povo alemão, das suas elites, dos economistas monetários e do Tribunal Constitucional (Bundesverfassungsgericht, BVerfG 994; Joerges 2015) com a estabilidade de preços e com as finanças públicas sólidas.

A AMÉRICA LATINA SOB O FOGO DO NEOLIBERALISMO, SOB A PRESSÃO DA AUSTERIDADE – VII – O FMI NÃO TEM O REMÉDIO CERTO PARA A ARGENTINA, por JON SINDREU

    IMF Doesn’t Have the Right Medicine for Argentina, por Jon Sindreu The Wall Street Journal, 2 de Outubro de 2018 Blogue Gonzallo Raffo Selecção e tradução de Júlio Marques Mota   A fixação do FMI em políticas duvidosas

A AMÉRICA LATINA SOB O FOGO DO NEOLIBERALISMO, SOB A PRESSÃO DA AUSTERIDADE – VII – O FMI NÃO TEM O REMÉDIO CERTO PARA A ARGENTINA, por JON SINDREU

    IMF Doesn’t Have the Right Medicine for Argentina, por Jon Sindreu The Wall Street Journal, 2 de Outubro de 2018 Blogue Gonzallo Raffo Selecção e tradução de Júlio Marques Mota   A fixação do FMI em políticas duvidosas

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 8º Texto – Alemanha: Um texto final, um texto de síntese. Parte V

(Fritz W. Scharpf, 18 de Fevereiro de 2018)

Eventualmente, a economia alemã, vista como a “doente da zona euro ” em 1999, não só recuperou na União Monetária, como excedeu o seu desempenho anterior. Esta história de sucesso, porém, é menos o resultado de uma escolha brilhante ou sinistra de estratégia nacional do que da continuação, dependente do caminho, das respostas do lado da oferta aprendidas nas décadas anteriores: em recessões, o relançamento da procura e os aumentos salariais foram punidos pelo Bundesbank, os governos tiveram de consolidar os orçamentos do sector público e os sindicatos tiveram de defender os empregos existentes através da contenção salarial.

Ano de 2019, ano de eleições europeias. Parte II – Imagens soltas de uma União Europeia em decomposição a partir de alguns dos seus Estados membros. 8º Texto – Alemanha: Um texto final, um texto de síntese. Parte V

(Fritz W. Scharpf, 18 de Fevereiro de 2018)

Eventualmente, a economia alemã, vista como a “doente da zona euro ” em 1999, não só recuperou na União Monetária, como excedeu o seu desempenho anterior. Esta história de sucesso, porém, é menos o resultado de uma escolha brilhante ou sinistra de estratégia nacional do que da continuação, dependente do caminho, das respostas do lado da oferta aprendidas nas décadas anteriores: em recessões, o relançamento da procura e os aumentos salariais foram punidos pelo Bundesbank, os governos tiveram de consolidar os orçamentos do sector público e os sindicatos tiveram de defender os empregos existentes através da contenção salarial.

A AMÉRICA LATINA SOB O FOGO DO NEOLIBERALISMO, SOB A PRESSÃO DA AUSTERIDADE – VI – THE ECONOMIST – OS TÍTULOS FINANCEIROS QUE COMPROMETEM – A ARGENTINA ENFRENTA A PERSPETIVA DE OUTRO INCUMPRIMENTO

  Um triunfo da oposição nas eleições primárias leva a uma  venda brutal a preço de saldo      The bonds that tie. Argentina faces the prospect of another default The Economist, 15 de Agosto de 2019 Blogue Gonzallo Raffo

A AMÉRICA LATINA SOB O FOGO DO NEOLIBERALISMO, SOB A PRESSÃO DA AUSTERIDADE – VI – THE ECONOMIST – OS TÍTULOS FINANCEIROS QUE COMPROMETEM – A ARGENTINA ENFRENTA A PERSPETIVA DE OUTRO INCUMPRIMENTO

  Um triunfo da oposição nas eleições primárias leva a uma  venda brutal a preço de saldo      The bonds that tie. Argentina faces the prospect of another default The Economist, 15 de Agosto de 2019 Blogue Gonzallo Raffo