POESIA AO AMANHECER – 363 – por Manuel Simões carlosloures 12 anos ago CORSINO FORTES ( 1933 ) DE BOCA A BARLAVENTO (II) Poeta! todo o poema: geometria de sangue & fonema Escuto Escuta Um pilão fala árvores de fruto ao meio do dia E tambores erguem na colina Um coração de terra batida E lon longe Do marulho à viola fria Reconheço o bemol Da mão doméstica Que solfeja Mar & monção mar & matrimónio Pão pedra palmo de terra Pão & património (de “Pão & fonema”) Estreou-se como poeta no “Boletim do Liceu Gil Eanes” (1959). Colaborou em “Claridade” e figura em “Modernos poetas cabo-verdianos” (1961). Obra poética: “Pão & fonema” (1974), “Árvore & tambor” (1986). Share this: Share on Facebook (Opens in new window) Facebook Share on X (Opens in new window) X Share on LinkedIn (Opens in new window) LinkedIn Share on WhatsApp (Opens in new window) WhatsApp Email a link to a friend (Opens in new window) Email More Print (Opens in new window) Print MORREU CORSINO FORTES, UMA DAS MAIS PURAS VOZES POÉTICAS DE CABO VERDEDate24 de Julho de 2015In relation toGeralCORSINO FORTES, POETA DE CABO VERDE- por Manuel Simões*Date1 de Agosto de 2015In relation toLiteraturaPOESIA AO AMANHECER – 351 – por Manuel SimõesDate27 de Dezembro de 2013In relation toLiteratura