Mulher negra, Mulher de escravo, objecto de Negreiros
que cessem pois estes cânticos
melancólicos
que so…
como dor
lu…
como aflição
çam…
o sangue do mar
ao ritmo dos barcos negreiros.
(de “L’Oseille/ les Citrons”, versão de MS).
Poeta e dramaturgo da República do Congo, de expressão francesa. Condenado à morte pelas autoridades congolesas em 1972, por motivos políticos, conseguiu exilar-se em França. Publicou vários livros de poemas: “Soleils neufs” (1969), “L’Oseille/ Les Citrons” (1975), “Paroles insonores” (1994).