(de “A poesia está morta, mas juro que não fui eu”)
Poeta, ensaísta e tradutor. Aproxima-se da poesia concreta, condensada na forma de epigrama satírico e irónico. No primeiro poema, extraído de “Novas Cartas Chilenas” (1954), figura o apólogo do bispo português Sardinha, devorado no séc. XVI pelos índios caetés que tinha ido catequizar. O segundo texto pertence ao volume “A poesia está morta mas juro que não fui eu” (1988).