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CRÓNICAS DO QUOTIDIANO – PAPA SEM BISPOS, BISPOS SEM PAPA! – por Mário de Oliveira

quotidiano1

A Cúria romana nunca dá ponto sem nó. Quando decide escolher o cardeal latino-americano, Mário Bergóglio, arcebispo emérito de Buenos Aires, para Bispo de Roma, papa chefe de estado do Vaticano, sabe bem o que está a fazer. Então, as populações da Europa e do Ocidente, totalmente formatadas pela perversa ideologia do cristianismo, da qual nem os ateus conseguem libertar-se, e controladas/dominadas pelas suas dioceses/paróquias territoriais, viviam escandalizadas, traumatizadas pelos muitos e enormes escândalos financeiros, consumados durante os pontificados de João Paulo II e de Bento XVI, e pelos inomináveis crimes da pedofilia dos clérigos/sacerdotes, tidos, até então, por toda a gente como seres acima de toda a suspeita, aos quais as mães, os pais sempre confiaram as filhas recém-nascidas, os filhos recém-nascidos, para serem baptizados, depois, catequizados, crismados, casados ou, em alternativa preferencial, clérigos eunucos à força, frades/freiras com votos de castidade, de pobreza e, sobretudo, de obediência, em mosteiros, conventos, como outras tantas concubinas, outros tantos concubinos de Deus todo-poderoso, o da Bíblia e do cristianismo. Num momento histórico-esclesiástico tão revelador/devastador, a escolha do cardeal argentino como sucessor da todo-poderosa e assassina dupla João Paulo II-Bento XVI, seria ouro sobre azul. Mário Bergóglio, em lugar de lhe resistir com firmeza e dizer urbi et orbi porque o fazia, aceita de imediato morrer como Mário Bergóglio, ser humano, e ressuscitar, ao terceiro dia, como bispo de Roma, Papa Francisco, o primeiro latino-americano a incluir a lista dos padrinhos da maior máfia do mundo, o pai de todas as outras máfias, suas sucursais, espalhadas pelo mundo. A Cúria romana também sabia nesse então que os bispos, os párocos, totalmente vigiados/controlados no terreno pelos núncios apostólicos, iriam manter-se, de certeza, nas suas eclesiásticas rotinas, sem quererem saber para nada das reformistas orientações do novo papa, pelo que manter-se-iam fiéis a ela, numa igreja com papa sem bispos, bispos sem papa. E assim é!

15 Dezº 2014

 

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