Category Archives: Ciências humanas

UM NOVO OLHAR SOBRE FREUD por Clara Castilho

“Sigmund Freud na sua época e em nosso tempo” é um livro de Elisabeth Roudinesco, editado em português pela Zahar. A partir de novos arquivos abertos pela Biblioteca do Congresso em Washington, Elisabeth Roudinesco reconstitui a vida de Freud através das intensas

UM NOVO OLHAR SOBRE FREUD por Clara Castilho

“Sigmund Freud na sua época e em nosso tempo” é um livro de Elisabeth Roudinesco, editado em português pela Zahar. A partir de novos arquivos abertos pela Biblioteca do Congresso em Washington, Elisabeth Roudinesco reconstitui a vida de Freud através das intensas

Da crise atual à próxima crise, sinais de alarme – Leituras em torno de Chemnitz (III) – Os distúrbios em Chemnitz requerem que a AfD seja colocada sob vigilância. Por Kate Connolly

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota Leituras em torno de Chemnitz (III) Os distúrbios em Chemnitz requerem que a AfD seja colocada sob vigilância Por Kate Connolly em Berlim Publicado por  em 4 de setembro de 2018 Uma sondagem

Da crise atual à próxima crise, sinais de alarme – Leituras em torno de Chemnitz (III) – Os distúrbios em Chemnitz requerem que a AfD seja colocada sob vigilância. Por Kate Connolly

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota Leituras em torno de Chemnitz (III) Os distúrbios em Chemnitz requerem que a AfD seja colocada sob vigilância Por Kate Connolly em Berlim Publicado por  em 4 de setembro de 2018 Uma sondagem

Da crise atual à próxima crise, sinais de alarme – Leituras em torno de Chemnitz (II) – Chemnitz: escondam esta Alemanha que eu não posso ver! Por Audrey Robles

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota Leituras em torno de Chemnitz (II) Chemnitz: escondam esta Alemanha que eu não posso ver! Por Audrey Robles Publicado por  , em 4 de setembro de 2018   A Alemanha Ocidental ainda despreza

Da crise atual à próxima crise, sinais de alarme – Leituras em torno de Chemnitz (II) – Chemnitz: escondam esta Alemanha que eu não posso ver! Por Audrey Robles

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota Leituras em torno de Chemnitz (II) Chemnitz: escondam esta Alemanha que eu não posso ver! Por Audrey Robles Publicado por  , em 4 de setembro de 2018   A Alemanha Ocidental ainda despreza

Da crise atual à próxima crise, sinais de alarme – Leituras em torno de Chemnitz I – «As agressões da extrema direita recordam Weimar»: a Alemanha não deve votar Salvini. Por Pauline Mille

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota Leituras em torno de Chemnitz I «As agressões da extrema direita recordam Weimar»: a Alemanha não deve votar Salvini Por Pauline Mille (*) REINFORMATION.TV em 29 de agosto de 2018   Em Chemnitz,

Da crise atual à próxima crise, sinais de alarme – Leituras em torno de Chemnitz I – «As agressões da extrema direita recordam Weimar»: a Alemanha não deve votar Salvini. Por Pauline Mille

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota Leituras em torno de Chemnitz I «As agressões da extrema direita recordam Weimar»: a Alemanha não deve votar Salvini Por Pauline Mille (*) REINFORMATION.TV em 29 de agosto de 2018   Em Chemnitz,

Da crise atual à próxima crise, sinais de alarme – Espiral do vazio no leste da Alemanha. Por Rachel Knaebel

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota Espiral do vazio no leste da Alemanha  Por Rachel Knaebel Publicado por  em junho de 2018 (pags. 16-17) Polo de atração e principal destino dos imigrantes na Europa, a Alemanha sofre uma desertificação

Da crise atual à próxima crise, sinais de alarme – Espiral do vazio no leste da Alemanha. Por Rachel Knaebel

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota Espiral do vazio no leste da Alemanha  Por Rachel Knaebel Publicado por  em junho de 2018 (pags. 16-17) Polo de atração e principal destino dos imigrantes na Europa, a Alemanha sofre uma desertificação

A GALIZA COMO TAREFA – conversas – Ernesto V. Souza

É sempre interessante a conversa com livreiros (livreiras de mais em mais), daqueles que conhecem, como artesãos com anos de prática constante, o seu ofício. Não sou eu mui dado à conversa, não vaiam pensar. Sou mais um desses clientes

A GALIZA COMO TAREFA – conversas – Ernesto V. Souza

É sempre interessante a conversa com livreiros (livreiras de mais em mais), daqueles que conhecem, como artesãos com anos de prática constante, o seu ofício. Não sou eu mui dado à conversa, não vaiam pensar. Sou mais um desses clientes

Da crise atual à próxima crise, sinais de alarme – Europopulismo: a imigração proporciona uma oportunidade à [ultra] direita sueca. Por Richard Milne

Seleção de Júlio Marques Mota e tradução de Francisco Tavares Europopulismo: a imigração proporciona uma oportunidade à [ultra] direita sueca Isolados pelos partidos tradicionais, os Democratas Suecos poderão tornar-se um dos maiores partidos [1]   Por Richard Milne em Hassleholm Publicado

Da crise atual à próxima crise, sinais de alarme – Europopulismo: a imigração proporciona uma oportunidade à [ultra] direita sueca. Por Richard Milne

Seleção de Júlio Marques Mota e tradução de Francisco Tavares Europopulismo: a imigração proporciona uma oportunidade à [ultra] direita sueca Isolados pelos partidos tradicionais, os Democratas Suecos poderão tornar-se um dos maiores partidos [1]   Por Richard Milne em Hassleholm Publicado

Da crise atual à próxima crise, sinais de alarme – Genes, povos e línguas (2ª parte-conclusão). Por Luigi Luca Cavalli-Sforza

Seleção de Júlio Marques Mota e tradução de Francisco Tavares Genes, povos e línguas (2ª parte-conclusão)  Por Luigi Luca Cavalli-Sforza janeiro de 1992   Em geral, os processos migratórios refletem alterações que obedecem a pressões e a novas possibilidades ou

Da crise atual à próxima crise, sinais de alarme – Genes, povos e línguas (2ª parte-conclusão). Por Luigi Luca Cavalli-Sforza

Seleção de Júlio Marques Mota e tradução de Francisco Tavares Genes, povos e línguas (2ª parte-conclusão)  Por Luigi Luca Cavalli-Sforza janeiro de 1992   Em geral, os processos migratórios refletem alterações que obedecem a pressões e a novas possibilidades ou

Da crise atual à próxima crise, sinais de alarme – Genes, povos e línguas (1ª parte). Por Luigi Luca Cavalli-Sforza

Seleção de Júlio Marques Mota e tradução de Francisco Tavares Genes, povos e línguas (1ª parte)  Por Luigi Luca Cavalli-Sforza janeiro de 1992 As árvores genealógicas que relacionam povos e línguas sobrepõem-se. Ambos, povos e línguas, remetem para correntes migratórias.

Da crise atual à próxima crise, sinais de alarme – Genes, povos e línguas (1ª parte). Por Luigi Luca Cavalli-Sforza

Seleção de Júlio Marques Mota e tradução de Francisco Tavares Genes, povos e línguas (1ª parte)  Por Luigi Luca Cavalli-Sforza janeiro de 1992 As árvores genealógicas que relacionam povos e línguas sobrepõem-se. Ambos, povos e línguas, remetem para correntes migratórias.

A GALIZA COMO TAREFA – ilusão retrospectiva – Ernesto V. Souza

Black Bishop: Push, that galician sconce can work out wonders. (Thomas Middleton: A Game at Chess, Act II, Scene ii, 242, 1624.) Quebras em sucessão, ostracismos consecutivos, imposições seguidas, destruições prolongadas. A história da Galiza, a partir de certa altura,

A GALIZA COMO TAREFA – ilusão retrospectiva – Ernesto V. Souza

Black Bishop: Push, that galician sconce can work out wonders. (Thomas Middleton: A Game at Chess, Act II, Scene ii, 242, 1624.) Quebras em sucessão, ostracismos consecutivos, imposições seguidas, destruições prolongadas. A história da Galiza, a partir de certa altura,

DIÁSPORA. MEMORIA Y DIGNIDAD EN EL MUSEU DO ALJUBE, por Moisés Cayetano Rosado

Una vez más voy al Museu do Aljube en Lisboa (http://moisescayetanorosado.blogspot.com/2017/11/actividades-en-el-museu-do-aljube.html). Su director, Luís Farinha, va a efectuar una visita guiada, contando además con el testimonio directo de un exprisionero de este lugar en los tiempos siniestros del salazarismo, cuando

DIÁSPORA. MEMORIA Y DIGNIDAD EN EL MUSEU DO ALJUBE, por Moisés Cayetano Rosado

Una vez más voy al Museu do Aljube en Lisboa (http://moisescayetanorosado.blogspot.com/2017/11/actividades-en-el-museu-do-aljube.html). Su director, Luís Farinha, va a efectuar una visita guiada, contando además con el testimonio directo de un exprisionero de este lugar en los tiempos siniestros del salazarismo, cuando

A GALIZA COMO TAREFA – mecânica – Ernesto V. Souza

O meu pensamento é mecânico. Dou em pensar isto ultimamente. Agora diríamos analógico. Curioso. Na realidade é híbrido, por causas da idade, ecossistemas e as culturas em que por geração fomos vivendo. Funciona, verdadeiramente, com metáforas, procuras, sistemas gráficos, bases de

A GALIZA COMO TAREFA – mecânica – Ernesto V. Souza

O meu pensamento é mecânico. Dou em pensar isto ultimamente. Agora diríamos analógico. Curioso. Na realidade é híbrido, por causas da idade, ecossistemas e as culturas em que por geração fomos vivendo. Funciona, verdadeiramente, com metáforas, procuras, sistemas gráficos, bases de

A GALIZA COMO TAREFA – hierarquias – Ernesto V. Souza

Todas as sociedades alicerçam as suas realidades e ordem social, sobre capas de constructos imaginários que vão justificando as hierarquias sociais e políticas que as governam; e que, por sua vez, definem e justificam como “naturais” e quase “eternos” os

A GALIZA COMO TAREFA – hierarquias – Ernesto V. Souza

Todas as sociedades alicerçam as suas realidades e ordem social, sobre capas de constructos imaginários que vão justificando as hierarquias sociais e políticas que as governam; e que, por sua vez, definem e justificam como “naturais” e quase “eternos” os

A GALIZA COMO TAREFA – oblomovismo – Ernesto V. Souza

Em 1859, Ivan Alexandrovitch Gontcharov, após uma década de escrita, publicou Oblomov, esse genial romance que figura entre os maiores clássicos da literatura e no que perfilou a legendária personagem que lhe dá nome. A história gira arredor da figura

A GALIZA COMO TAREFA – oblomovismo – Ernesto V. Souza

Em 1859, Ivan Alexandrovitch Gontcharov, após uma década de escrita, publicou Oblomov, esse genial romance que figura entre os maiores clássicos da literatura e no que perfilou a legendária personagem que lhe dá nome. A história gira arredor da figura

A GALIZA COMO TAREFA – contextos – Ernesto V. Souza

Para o Marcos Saavedra, registrador de livros esquecidos. Alguma gente lê textos, eu prefiro – sempre que é possível – ler contextos (livros,  panfletos, manifestos, plaquettes, revistas, fanzines, jornais nas fontes originais). Isto tem muito a ver com a minha

A GALIZA COMO TAREFA – contextos – Ernesto V. Souza

Para o Marcos Saavedra, registrador de livros esquecidos. Alguma gente lê textos, eu prefiro – sempre que é possível – ler contextos (livros,  panfletos, manifestos, plaquettes, revistas, fanzines, jornais nas fontes originais). Isto tem muito a ver com a minha