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ATÉ 1 DE MARÇO, CYRANO DE BERGERAC, NO TEATRO D. MARIA II

Tendo tido estreia a 8 de Janeiro, e indo até 1 de Março, pode ver a peça Cyrano de Bergerac, na sala Garrett.

de Edmond Rostand
tradução Nuno Júdice
adaptação João Maria André
versão cénica e encenação João Mota
cenografia José Manuel Castanheira
figurinos Storytailors
desenho de luz P. Graça
música Pedro Carneiro
desenho de som e sonoplastia Pedro Costa, Rui Dâmaso, Sérgio Henriques
mestre de esgrima Miguel de Andrade Gomes
caracterização Nuno Elias
cabelos Helena Vaz Pereira para Griffe Hair Style
maquilhagem Carla Pinho
assistentes de encenação Fábio Vaz (estagiário da ESTC)
assistente de cenografia Luna Rebelo (estagiária)
com Diogo Infante, Virgílio Castelo, Sara Carinhas, João Jesus, João Grosso, JoséNeves, Lúcia Maria, Manuel Coelho, Maria Amélia Matta, Paula Mora, Alberto Villar, Bernardo Chatillon, Celestino Silva, Frederico Coutinho, Joana Cotrim, Jorge Albuquerque, Lita Pedreira, Luis Geraldo, Marco Paiva, Nídia Roque, Rita Figueiredo, Simon Frankel e Bernardo Souto, José Sotero (ano 2013/2014 ESTC)
produção TNDM II

4.ª 19h
5.ª a sáb. 21h
dom. 16h

duração 2h25 (com intervalo)
M/12

Nota: As cortinas do palco cenográfico no 1º acto, contêm elementos decorativos inspirados na Capela de Santa Comba, Telões/Baião. Alguns outros telões cénicos contêm referências à pintura de John Constable (1776 – 1837) e de Claude Lorrain (1600 – 1682).

SINOPSE:

Um apaixonado poeta. Um perspicaz dramaturgo. Um exímio espadachim. Um bravo soldado. Um grande filósofo. Um profundo estudioso da Física, Matemática e Astronomia. Cyrano de Bergerac possui qualidades incomuns, porém encobertas pelo aspeto físico, onde o nariz avantajado é motivo de frustração. Na França do século XVII, Cyrano sofre por amar intensamente sua prima, Roxanne, jovem, bela, emotiva, que tem como ideal de homem a beleza e o espírito. Ao conhecer Christian, Roxanne apaixona-se por ele, mas este é tímido e não consegue manter uma relação normal com uma mulher. É então que Cyrano ajuda Christian, escrevendo-lhe longas e belas cartas de amor que vão tornar ainda maior a paixão de Roxanne por Christian.

Esta é uma comédia heróica que exalta sentimentos nobres como o amor e a capacidade de renúncia. Escrita em 1897 por Edmond Rostand, baseada na vida de Cyrano de Bergerac, escritor francês, esta peça é considerada o último grande mito do teatro romântico francês. Na senda aberta por Ruy Blas, de Victor Hugo, e por Os Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas, Rostand criou com Cyrano de Bergerac uma peça única da dramaturgia, escrita em forma de poema.

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