Por Philip M. Fearnside para Agência Amazônia Real

A seca em São Paulo de 2014–2015 levanta a questão do papel dos “rios voadores”, ou seja, ventos que levam vapor d’água da Amazônia até a região sudeste do Brasil e áreas vizinhas. Para ter chuva, precisa não só de vapor d’água, mas também de mecanismos para que este vapor (água em forma gasosa) se condense em água líquida para formar gotas de chuva. No caso da seca atual em São Paulo, fenômenos climáticos parecem predominar naquela região impedindo a condensação, como será explicado adiante