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EXPOSIÇÃO “A LUZ DE LISBOA” – A LISBOA DE PAULO ROCHA por Clara Castilho

De 17 de Julho a 20 de Dezembro de 2015, decorre a exposição A Luz de Lisboa no Torreão Poente do Museu de Lisboa, no Terreiro do Paço.

Um dos filmes que nela foram incluídos é “Verdes Anos” de Paulo Rocha.

Os Verdes Anos  (de 1963) é um filme português de Paulo Rocha. É considerado um dos filmes fundadores do chamado Novo Cinema. Estreou a 29 de Novembro de 1963 nos cinemas São Luís e Alvalade, em Lisboa.

Sinopse: Júlio, de dezanove anos, desloca-se da província para Lisboa, tentando a sorte e procurando ganhar a vida como sapateiro. Mal chega, um acaso leva-o a conhecer Ilda, uma jovem da sua idade, empregada doméstica numa casa ali ao pé da oficina. O jovem provinciano sente-se num ambiente estranho e hostil. A cidade inquieta-o. Sucedem-se várias coisas que o perturbam. Começa a desconfiar da Ilda, que acaba com o namoro. Impulsivo, Júlio desespera e acaba por a matar.

Os Verdes Anos é um filme produzido por António de Cunha Teles. A música é de Carlos Paredes.

Paulo Soares da Rocha ( 11935 – 2012) oi dirigente cineclubista, após ingressar na Faculdade de Direito em Lisboa, estudos que abandonou quando foi para França em 1959, onde obteve um diploma de Realização de Cinema. Foi Assistente de Realização estagiário de Jean Renoir. Em 1963, já em Portugal foi assistente de Manoel de Oliveira em dois filmes, passando depois a fazer o seu próprio trabalho.

Foi diretor do Centro Português de Cinema de 1973 a 1974. Entre 1975 e 1983  foi Adido Cultural da Embaixada de Portugal em Tóquio, onde estudou a vida e obra de Wenceslau de Morais, tema da sua longa-metragem A Ilha dos Amores em 1982.

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