Concerto a partir das 22h30 (2º set às 00h). 7,5 € para não sócios, entrada gratuita para sócios.
O quinteto Spinifex procura o desafio de cruzar fronteiras estilísticas.
Esta música com uma linhagem provinda do jazz, poderá se dizer ser servida de um encontro entre música de raíz não-ocidental com música contemporânea, ao mesmo tempo que se confronta com linhas anárquicas de improvisação livre, de tom metálico e fortemente estruturado.
Os ingredientes básicos de Spinifex incluem: grooves fortes, intensa improvisação, solos virtuosos acompanhados de ritmos e dinâmicas extremas.
É uma busca contínua para expandir fronteiras estilísticas com flexibilidade na instrumentação, em que as estruturas irregulares são contrastadas com extensas improvisações livres.
Dia 28 de Maio
Carlos Bica / João Paulo Esteves da Silva
João Paulo Esteves da Silva – piano; Carlos Bica – contrabaixo.
Concerto a partir das 22h30 (2º set às 00h). 10 € para não sócios, 5€ para sócios.
Carlos Bica e João Paulo E. da Silva são dois nomes incontornáveis quando se fala do jazz português. A colaboração entre os dois músicos já conta mais de uma década, com inúmeras colaborações em projectos liderados por ambos. Prova desta longa amizade são os CDs “White Works – João Paulo plays Carlos Bica” (eleito pela crítica especializada como o melhor CD de jazz nacional em 2009) e “Matéria-Prima” (distinguido com o Prémio Carlos Paredes 2011).
É um jogo de admiração mútua e cumplicidade artística entre músicos o que materializa esta associação e que se fundamenta na ausência de rótulos na construção de uma música que se quer aberta.
Carlos Bica, contrabaixista e compositor, é considerado o mais internacional dos músicos de jazz portugueses. Paralelamente a inúmeras colaborações com músicos internacionais, Bica lidera o trio Azul do qual fazem parte o guitarrista alemão Frank Möbus e o baterista norte-americano Jim Black e que se tornou a sua imagem de marca.
João Paulo E. da Silva foi desde muito cedo considerado um jovem prodígio. Depois de ter terminado os seus estudos de piano em Paris com distinção máxima e de ter ganho vários prémios na área da música erudita, resolveu dedicar-se por completo ao jazz e à música improvisada. Nos inúmeros discos que entretanto gravou, a solo ou em parcerias diversas, demonstrou ser dono de uma fascinante musicalidade que cruza a linguagem do jazz com uma forte e única sensibilidade portuguesa. É invariavelmente, um dos primeiros nomes a surgir quando se fala de um jazz português.