Podem os nossos visitantes habituais ficar completamente descansados – não vamos converter este espaço, que mais não é do que um lugar onde cada um pode expor aquilo que pensa, num solene salão de festas ou numa sala de actos, onde se prestam homenagens a torto e a direito. Os tributos prestados a Dorindo Carvalho e a Carlos de Matos Gomes, podem dar essa ideia, logo seguidos da ampla homenagem a José Afonso (ampla, por envolver cerca de 200 posts que ao longo de um mês lhe serão dedicados). Os primeiros foram actos de justiça, dívidas a bem dizer, que tentámos pagar a dois colaboradores que colocaram o nosso blogue num novo patamar de visitas e visualizações. Dorindo Carvalho tem criado um ambiente gráfico de grande beleza; Carlos de Matos Gomes, com as suas acutilantes crónicas, teve dias em que mais do que duplicou o número de visualizações.
Muitos outros, contribuíram para essa subida de leituras – Octopus, Padre Mario de Oliveira, José Magalhães, Pedro de Pezarat Correia, Vasco Lourenço, Soares Novais,osé Goulão, Eugénio Rosa… E depois há o grupo de não-portugueses que nos torna diferentes e integra a nossa imagem de marca – o conjunto de não portugueses – Josep Anton Vidal, Rachel Gutiérrez, Moisés Cayetano Rosado, Simonetta Masin, Ernesto V. Souza, Vanessa Castagna… Não esquecemos ninguém, mas somos mais de oito dezenas.
E, não podemos esquecer o grupo coordenador e colaboradores como o Adão Cruz que só não faz parte da direcção do blogue por ser avesso a cargos. Que, neste caso, são principalmente encargos. Não nos queremos auto-elogiar, mas ao longo de quase três mil edições diárias (desde Agosto de 2011), em mais de cinco anos de funcionamento, nunca parámos. Os que, escrevendo poucos ou nenhuns posts, comentaram, concordando ou discordando – Carlos Leça da Veiga, Maria de Sá, Paulo Rato…
E não podemos esquecer os que entretanto, nos deixaram e partiram naquela viagem a que ninguém pode furtar-se – Fernando Correia da Silva, Sílvio Castro, Amadeu Ferreira, Joaquim Palminha Silva, agora e sempre estarão presentes.
A homenagem ao José Afonso não vamos justificá-la – quem não compreende a gratidão que todos devemos ao Zeca, agradecemos que deixe de nos visitar.