A HOMENAGEM A CARLOS DE MATOS GOMES

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Terminamos dentro de cinco minutos a homenagem a um argonauta que, para poder satisfazer compromissos inadiáveis, interrompe a sua rubrica BISCATES. Os BISCATES eram como um vento que impulsionava a nossa ARGOS um dia por semana. Os psicólogos (temos uma docente de Psicologia na equipa coordenadora) dirão se esta merecida homenagem feita a Carlos de Matos Gomes pode ser considerada chantagem emocional no sentido de que volte depressa. Sabemos que muitos outros argonautas merecem ser homenageados. A bem dizer, todos. Mas o Dorindo que nos enche o barco de beleza e o  Matos Gomes, com o Vale Ferraz, eram um esporão da nossa trirreme, acutilante, perfurando a mentira, a ignorância e a trafulhice, com a frontalidade do Coronel e a prosa elegante do escritor, foram os primeiros. No próximo ano, prestaremos tributo a mais dois ou três – no fundo, todos os  80 «maduros que aqui colaboram merecem ser distinguidos.

Este ano haverá ainda mais uma homenagem – a José Afonso – será entre 16 deste mês e 15 de Dezembro – este ano passam 50 anos sobre a primeira edição de CANTARES. A revista TRIPLOV, dirigida por Maria Estela Guedes e o PORTAL GALEGO DA LÍNGUA, dirigido por Ernesto V. Souza, serão os nossos parceiros nesta homenagem ao Zeca.

 

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