PALAVRAS OCAS DURANTE SÉCULOS, SEM QUALQUER FRUTO, COM SABOR A VAZIO E CHEIRO A MOFO, NESTES TEMPOS DE CARNIFICINA DE MILHARES E MILHARES DE CRIANÇAS IGUAIS AO MENINO DO PRESÉPIO:
O PAPA:
Natal, inaudita ternura de Deus que salva o mundo encarnando-se “Como os pastores que deixaram os seus rebanhos, deixa o recinto das tuas melancolias e abraça a ternura do Deus Menino. Sem máscaras nem couraças, confia-Lhe os teus cansaços, e Ele cuidará de ti: Ele, que se fez carne, espera, não as tuas performances de sucesso, mas o teu coração aberto e confiado”, disse Francisco em sua homilia da missa da noite de Natal.
O PATRIARCA DE LISBOA:
“O Natal é isto: Deus fez-se um de nós, para que nós pudéssemos viver com Ele, tornando-nos semelhantes a Ele. Como sinal, escolheu o Menino no presépio: Deus é assim! Deste modo, aprendemos a conhecê-lo”, apontou.
Em todo o menino, em todo o irmão pobre e vulnerável, brilha algo da luz daquela noite, o ontem continua a acontecer hoje. É esta proximidade de Deus que devemos amar e à qual nos devemos submeter, encarnando esse amor no amor aos outros e no serviço a eles”.