«A independência significa que as decisões sobre o que acontece na Escócia e para a Escócia são tomadas por aqueles que mais se preocupam com a Escócia, as pessoas que moram, trabalham e criam os seus filhos e filhas na Escócia. O povo escocês estará no comando».
Alex Salmond, líder do Partido Nacionalista Escocês
Escócia apresenta um programa para a independência
A Escócia foi um estado independente desde a sua unificação, no ano 843, até a assinatura, em 1707, do tratado da união pelo Parlamento escocês e que criou a Grã-Bretanha, com a dissolução dos parlamentos escocês e inglês e a criação do parlamento britânico. Tratado que, apesar de manter várias das instituições escocesas, foi fortemente contestado na Escócia e que provocou revoltas e protestos nas ruas.
Todos os residentes na Escócia têm direito a participar no referendo, e o SNP propõe o alargamento da participação aos jovens maiores de 16 anos.
Aquele documento indica quais seriam os passos a seguir no caso de que os votantes optassem pela independência da Escócia, nomeadamente a existência dum período transitório para assegurar que as instituições estatais estariam preparadas para responder às suas novas responsabilidades.
O líder do Partido Nacionalista Escocês anunciou que a independência não significaria o fim de todos os vínculos com o Estado britânico dado que a Escócia ficaria membro da Commonwealth, uma associação de 54 estados independentes, na sua maioria antigas colónias britânicas.
