Site icon A Viagem dos Argonautas

AO POVO (Síntese de um texto que circula pela Rede)

Este apelo ao Povo circula na Internet. Sintetizámos e reduzimos a carga de adjectivação e reproduzimo-lo, pois no essencial, diz coisas que devem ser ditas.

 

Todos os ”governantes” [a saber, os que se governam…] de Portugal falam em cortes de despesas – mas não dizem quais – e aumentos de impostos a pagar. Nenhum governante fala em:

 

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes, carros, motoristas, etc.) dos três ex-Presidentes da República.

 

2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, tudo à nossa custa.

 

3. Extinguir centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.

 

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

 

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? E se não são verificados como podem ser auditados?

 

6. Redução das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais.

 

7. Redução das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

 

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados.

 

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.

 

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias.

 

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.

 

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular – levar e trazer familiares e filhos, às escolas, a compras, etc.

 

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes..

 

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Em Lisboa HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES.

 

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder – há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS… pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.  

 

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.

 

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado. 18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.

 

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam.

 

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

 

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

 

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD). 23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado.

 

24. Acabar com a pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos  se locupletarem com fortunas à custa dos contribuintes, fugindo ao controlo seja de que organismo independente for e fazendo a “obra” pelo preço que “entendem”.

 

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente “legais”, sem controlo, e vivendo à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

 

26. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar “outra crise”.

 

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.

 

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.  

 

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

 

30. Pôr os Bancos a pagar impostos.

 

31. Denunciar as falsas boas vontades de campanhas, seminários e ‘formações’ destinadas a caçar subsídios, a subsídiodependência, em que cada acção é um modelo novo na frota automóvel.

 

32. Não aceitar festivais como os das sete maravilhas disto e daquilo, que engordam muitos à custa dos votos e telefonemas para promover aquilo que não tem excelência e nem qualidade para ser destacado. Todas estas manobras promovem ‘salazares e alheiras’ e afundam o que realmente tem valor em Portugal…

 

 33. Impedir o 1.º Ministro de cometer graves atropelos à Constituição, à Lei Geral e Lei do Trabalho, tais como as medidas catastróficas e mesmo criminosas, mascaradas num falso plano de austeridade que vai conduzir Portugal ao abismo.

 

34. Revogar os prazos de pagamento da dívida ao FMI, BCE e CE, no sentido de os alargar ao maior prazo possível sem agravamento dos já altíssimos juros. 35. Tomar medidas urgentes contra as multinacionais, holdings e bancos, que são os verdadeiros donos do FMI, BCE e CE., e estão a aguardar agindo nos bastidores, como abutres que espreitam moribundos, que as empresas entrem em falência para serem absorvidas a preços ridículos, alastrando uma praga de desemprego e miséria que é cada vez mais grave Ao “povo”, pede-se o reencaminhamento deste texto, através de redes sociais ou de e- mail para todos os contactos. » POR TODOS NÓS E PELOS NOSSOS FILHOS.

Exit mobile version