por Rui Oliveira
Fica em palco também a 20/12 às 20h e 22 e 23 âs 16h.
Com uma encenação de Emilio Sagi (reposição da encenação de Nuria Castejón na produção do Teatro Real de Madrid em 2005), cenografia e figurinos de Agatha Ruiz de la Prada e uma direcção musical da Orquestra Sinfónica Portuguesa por João Paulo Santos, a interpretação foi distribuída assim :
Gato Ana Franco
Moleiro João Merino
Princesa Bárbara Barradas
Rei Diogo Oliveira
Ogre João Oliveira
Ópera para crianças e adultos, que se inspira, à vez, na zarzuela e na ópera clássica, com reminiscências mozartianas, “O Gato das Botas” usa a popular história do gato que à custa de astúcia e malabarismos tenta enriquecer, e casar o seu pobre dono (que o havia recebido em herança) com uma princesa. Tudo acaba em bem, embora pelo meio apareça um ogre e se vivam peripécias bastantes.
Este é o registo em vídeo da mesma encenação feita em Barcelona em 2011 :
Entretanto no Jardim de Inverno do São Luiz Teatro Municipal estreia nesta Quarta-feira 19 de Dezembro, às 23h30, “O Grande Salão” um espectáculo de Martim Pedroso que permanecerá de Quarta a Sábado até 5 de Janeiro próximo.
Com dramaturgia de Martim Pedroso (que a dirige) e Nelson Guerreiro, música de Hugo Franco e figurinos de João Telmo, a interpretação compete a Catarina Guerreiro, Elmano Sancho, Hugo Bettencourt, Inês Rosado, Íris Cayatte, João Villas-Boas, Juana Pereira da Silva, Manuel Sá Pessoa, Maria Ana Filipe, Marina Albuquerque, Miguel Damião, Nelson Guerreiro, Paula Só, Paulo Duarte Ribeiro, Sandra Simões, Statt Miller, Tânia Leonardo.
Segundo a sinopse divulgada : “Em época natalícia, convidamos o público lisboeta a fazer parte de um acontecimento teatral, especialmente burguês, que se serve de diversos comments, diálogos e signos expressivos retirados do Facebook. É um sítio confortável e surpreendente, onde todos entram sem bater à porta. Quem não entra é porque teima em ficar de fora. É um lugar-manifesto multilingue, qual nova hipótese de Babel, e de exacerbação de egos. Um spot de voyeurs, de activistas e românticos, de apocalípticos e de cínicos. Festivo, descartável e fugaz, mas também um espaço de reflexão, de purga e lamentação. Um objecto poético e político que se serve da banalidade para construir um discurso sobre este espectáculo que é o mundo”.
Eis um vislumbre do que espera o espectador :
É o segundo resultado do trabalho de anos que a Associação Musical Lisboa Cantat empreendeu para editar em CD a integral da obra coral a cappella de Fernando Lopes-Graça (1906-1994) e que inclui as quatro obras corais natalícias que o compositor escreveu (as duas Cantatas do Natal, os Três Cantos dos Reis e o Presente de Natal para as Crianças – estas últimas executadas pelo Coro Infantil da Universidade de Lisboa).
Este é o registo da divulgação do 1º volume da colecção com o tema “O Milho da Nossa Terra” (Beira Alta) : (quem queira ouvir um ensaio do tema “Ó meu Menino Jesus” (Beira Alta e Litoral) constante neste 2º volume pode procurá-lo aqui http://youtu.be/rUwkCYCczhM )
(para as razões desta nova forma de Agenda ler aqui ; consultar a agenda de Segunda aqui )


