por Rui Oliveira
Neste primeiro concerto irá tocar de Franz Schubert :
Sonata em Lá bemol maior, D. 557
Sonata em Mi menor, D. 566
Sonata em Dó maior, D. 840, Relíquia
Sonata em Dó menor, D. 958
Mostramos-lhe a execução por Elisabeth Leonskaja do Scherzo & Trio da Sonata D 845 de Franz Schubert em Fevereiro de 2010 na Igreja de Rougemont durante os Sommets Musicaux de Gstaad :
Do programa constam :
Serguei Rachmaninov Os Sinos, op. 35
Dmitri Chostakovitch Sinfonia n.º 10 em Mi menor, op. 93
Aqui a orquestra é a “Russian Philharmonic” da cidade de Moscovo com o “Yurlov State Academic Choir Chapel of Russia“, dirigidos pelo maestro Dmitri Jurowski, tendo como solistas Irina Samoylova soprano, Vsevolod Grivnov tenor e Elchin Azizov barítono, em Março de 2012 no Svetlanov Hall da Moscow International House of Music :
Uma versão integral da obra pode ser ouvida pelo Coro e Orquestra Nacional Escocesa dirigidos por Neeme Järvi com Suzanne Murphy, soprano, Keith Lewis, tenor e David Wilson-Johnson, barítono aqui : http://youtu.be/J_U8nENg63w
Igualmente convidativo será o Concerto de Inverno que a residente Orquestra Metropolitana de Lisboa sob a direcção musical de Michael Zilm dará às 21h do Sábado 26 de Janeiro no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém onde serão tocados de :
Johann Sebastian Bach Suite n.º 3 em Ré maior, BWV 1068
Hans Pfitzner Pequena Sinfonia em Sol maior, op. 44 (estreia nacional)
Witold Lutosławski Abertura para Cordas
Ludwig van Beethoven Sinfonia n.º 2 em Ré maior, op. 36
A abrir o primeiro concerto no Pequeno Auditório do CCB neste Sábado 26 de Janeiro, às 21h, estará Marco Oliveira, jovem fadista de 24 anos nascido «no seio e no meio do fado», que subirá ao palco daquela sala para dar voz a temas como “Sabes Lá (o que é ficar sozinho)”, “Noite da Saudade” ou “Lisboa Será Assim”.
Ei-lo no “Fado Maestro” com letra de Fernando Tordo e música de António Victorino d’Almeida :
Voltam de novo os blues nos auditórios da Culturgest onde, nesta edição do Ciclo Hootenanny, haverá a presença de uma das bases da música afro-americana: as grandes vozes femininas.
Ruthie Foster tem mantido, ao longo da sua carreira, contudo, constantes ligações a essas raízes, mas a variedade dos prémios que a balizam garantem um invulgar espectáculo … Dotada de uma impressionante presença cénica e sempre apoiada por cuidadas e vigorosas bandas, conquistou em 2010 o primeiro lugar do Living Blues Critic’s Pool.
Aqui, além de Ruthie Foster guitarra acústica, voz, estarão no palco Samantha Banks bateria, percussão, voz, Tanya Richardson guitarra baixo, voz, Scottie Miller teclado, mandolim, voz e Hadden Binion Sayers guitarra elétrica, voz.
Esta foi a sua interpretação de “Phenomenal Woman” no espectáculo “Live at Antone’s em Junho de 2011 :
Diz a ZDB : “ Músico dos If Lucy Fell , Rui Carvalho conhece bem o universo do rock. Já, «Filho da Mãe», o seu alter-ego, voga em ambientes mais acústicos, como o do seu disco de estreia, “Palácio”, exploração da guitarra portuguesa entre o abandono e a delicadeza, a repetição e a variação. É nestes equilíbrios que se constroem os seus acordes, o “fingerpicking” hipnótico e lírico que nada fica a dever aos mestres “antigos”.
Podemos então falar de um novo universo autoral, de um estilo singular na forma de abordar a guitarra acústica? Sim. Há mais abstracção, mais austeridade em Filho da Mãe do que nas obras dos seus pares. Porque a sua música é feita de arestas afiadas, duras, ecos soprados pela energia do rock “.
Ouça-se p.ex. “Não sei desenhar Barcos” em http://youtu.be/_wKsx7J3HzU .
(para as razões desta nova forma de Agenda ler aqui ; consultar a agenda de Quinta aqui)


