Este poema recorda, sem dúvida, o conhecido vilancete de Camões, “Descalça vai pera a fonte”. Documenta, porém, algumas das tendências da produção poética do período barroco: o pendor realista, a pormenorização do retrato ou a figura do equívoco (“branco”, de cor branca, e “branco”, alvo a que se atiram as setas).