Segundo Óscar Lopes, foi «o primeiro doutrinário do tradicionalismo literário folclorista (…) com certas tintas decadentistas», o que se traduz por uma posição “neogarrettista”.
Neste poema, para além da referência cristã explícita, há também a referência medieval, ambas cultivadas pelos simbolistas. Os seus livros mais conhecidos: “Poesias” (1891) e “Palavras Loucas” (1894).