ÂNGELO CORREIA E O FAROL PASSOS COELHO – por Carlos Mesquita*
carlosloures
Este artigo é transcrito de O ClariNet de 7 de Setembro de 2013 com autorização expressa do autor
Henry Winstanley foi um arquitecto que projectava faróis, um dia exigiu ficar dentro de um dos seus durante uma tempestade, para testar a resistência da estrutura. A torre desabou e Henry morreu. Ângelo Correia não vai ser o Henry de Passos Coelho, quanto mais escombros caiem do governo mais Ângelo se afasta da queda do entulho. O “barão” do PSD, notado mentor do primeiro-ministro, considera agora que “o PSD não se preparou para governar”. Impreparação de Passos Coelho para governar é uma crítica corrente desde há muito neste país, Ângelo Correia só agora viu, melhor, só agora viu que também tem de acompanhar a crítica. Interessante é recordar o que Ângelo dizia de Passos Coelho quando o apoiou para liderar o PSD e assim concorrer ao cargo de governante principal de Portugal. Lendo o Públicoda altura, o candidato à liderança era uma “lufada de ar fresco”, que Ângelo Correia ladeava por “saber o que dele pode esperar”. Para o “barão”, o país passaria a olhar o PSD doutra maneira com Passos Coelho. “Senão continuará o mofo, o bafio, o mesmo do passado”, dizia Ângelo Correia. Tomara o PSD ter hoje uma imagem aproximada a qualquer momento do seu passado, está em frangalhos. Foge barão senão levas com os cacos. Para ver últimos posts clicar em – página inicial