POESIA AO AMANHECER – 316 – por Manuel Simões carlosloures 13 anos ago TOMÁS JORGE ( 1928 – 2009 ) LEVANTAMENTO Há-de morrer o tempo De dar diamantes! Quem os quiser Que os procure Com os próprios olhos Que os desenterre Com as próprias mãos. Contratado: Ergue-te E põe nos olhos Todo o brilho Dos diamantes Que deste! (de “Areal”) Tomás Jorge (Vieira da Cruz) nasceu em Luanda. Colaborou em jornais e revistas, nomeadamente nos de Angola. Publicou apenas um livro de poesia: “Aeral” (Colecção Imbondeiro, 1961). Este poema propõe-nos, mais uma vez, o tema do “contrato”. Share this: Share on Facebook (Opens in new window) Facebook Share on X (Opens in new window) X Share on LinkedIn (Opens in new window) LinkedIn Share on WhatsApp (Opens in new window) WhatsApp Email a link to a friend (Opens in new window) Email More Print (Opens in new window) Print POESIA AO AMANHECER – 136 – por Manuel SimõesDate12 de Fevereiro de 2013In relation toLiteraturaPOESIA AO AMANHECER – 134 – por Manuel SimõesDate8 de Fevereiro de 2013In relation toLiteraturaPOESIA AO AMANHECER (29) – por Manuel SimõesDate4 de Setembro de 2012In relation toGeral